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domingo, 1 de junho de 2014

NO REINO DOS GALAMBAS

O dirigente socialista António Galamba acusou hoje o deputado do PS João Galamba de fazer intriga junto da comunicação social ao acusar António José Seguro de "manobras dilatórias", advertindo-o que "não perde pela demora". De acordo com António Galamba, durante a reunião da Comissão Nacional do PS, João Galamba "não teve coragem de dizer o que disse à imprensa” e, "como habitualmente, limitou-se a fazer intriga".

António Galamba fez ainda questão de salientar que o deputado João Galamba tem pouco tempo como militante do PS, desconhecendo o percurso político do seu líder.

"É preciso desplante chegar há pouco tempo ao PS e querer acusar de falta de coragem quem tem anos de combate político pelo PS", acusou o membro do Secretariado Nacional.
João Galamba, apoiante da candidatura de António Costa, diz que Seguro tem medo dos militantes.

O deputado socialista João Galamba acusou hoje a direção de António José Seguro de travar com "manobras dilatórias" o desafio para a realização de eleições diretas para o cargo de secretário-geral e um congresso extraordinário do PS.

João Galamba, apoiante da candidatura do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, falava aos jornalistas a meio da reunião da Comissão Nacional do PS, depois de interrogado sobre a proposta do secretário-geral, António José Seguro, a favor da realização de eleições primárias abertas a simpatizantes.

"Chegámos a esta Comissão Nacional do PS com uma proposta clara para resolver um problema do partido e que é sentido pela grande maioria do povo português, mas esta direção [de António José Seguro] recusou-a", disse João Galamba, numa alusão à intenção de António Costa se candidatar à liderança e de se realizar um congresso extraordinário.
Para João Galamba, "parece que o secretário-geral e a sua direção do PS têm medo dos militantes e inventaram agora uma manobra dilatória para ganhar tempo". 

"O que os militantes do PS exigem é que se resolva esta situação o mais rapidamente possível. Alguém que não tem medo dos militantes aceita o repto lançado. Esta conversa em torno das eleições primárias, com as quais nós concordamos, não pode servir para arrastar o atual impasse por mais seis meses", acrescentou.

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