O Director do
Instituto Politécnico da Guarda obriga os docentes a repor por compensação aulas
em feriados ou em situação de baixa. No âmbito de Cursos Técnicos Superiores Profissionais,
financiados pelo Programa Operacional Capital Humano, Constantino Rei invoca o
propósito de retirar apoios financeiros previstos para a produção científica, nessas
situações.
E não contente com esta desfaçatez ridícula (como
é o caso de aulas em dias de feriados) e esta irregularidade, ele atreve-se a
catalogar como “péssimos funcionários públicos” os que se lhe opõem, bem como
divide (para reina) os docentes em “docentes responsáveis” e “docentes egoístas”.
Não se lembra a “politécnica” sumidade de por exemplo substituir o doente
quando em baixa clínica. Não! Constantino (não o guardador de vacas e sonhos, de
Redol!) é adepto do “cumprimento integral”. Até a sua pesporrência é real.
Mas também localmente alguém procurou compensar
aulas não dadas com ocupação de outros dias e outras horas. Procurou, vá lá,
obter a anuência dos pais, que aparentemente não sentiram justificada a “compensação”.
Quando um aluno falta, por razões atendíveis, ao que se sabe também não há a
reposição de conteúdos curriculares em falta.
Vão tristes os dias no interior das escolas. E sobram
as decisões unilaterais não justificadas.
CR
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