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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

CAPITALISMO


Estado injecta 1100 milhões de euros na recapitalização do Banif

O Ministério das Finanças anunciou a injecção de 1100 milhões de euros no processo de recapitalização do Banif. Estado deve tornar-se principal accionista.

O Estado mais uma vez nacionaliza os prejuízos dos privados ao mesmo tempo que vende os activos que dão lucros.

 Em 2013, não se esqueçam de continuar a acreditar que o vosso dinheiro vai para os "malandrões" do rendimento mínimo...

CHROMATICS -INTO THE BLACK



Uma versão soberba de Hey Hey My My, de Neil Young.

domingo, 30 de dezembro de 2012

informação

Município de Almada encerra 2012 com realização orçamental superior a 90%
Ausência total de dívidas vencidas a fornecedores

  O Município de Almada fechou hoje, dia 28 de dezembro, pelas 20h, as Contas do Exercício de 2012, com uma taxa de execução orçamental superior a 90% (receitas e despesas).
Em 2012 o Município efetuou pagamentos na ordem dos 105 milhões de euros.

Mais uma vez, o Município de Almada transita de ano com saldo positivo e sem qualquer dívida vencida a fornecedores e/ou empreiteiros.

Em tempo de "crise aguda", os notáveis resultados que foram conseguidos são reflexo de uma gestão pública muito exigente, rigorosa e responsável, constituindo um bom exemplo de governação ao serviço dos cidadãos e do interesse público.

Ivan Lins - A Noite



Ozark Henry - Sweet Instigator



Álbum Birthmarks (2001)

sábado, 29 de dezembro de 2012

poema


A Lâmpada Marinha*

Pablo Neruda

 
Porto cor de céu
I


Quando desembarcas
em Lisboa,
céu celeste e rosa rosa,
estuque branco e ouro,
pétalas de ladrilho,
as casas,
as portas,
os tectos,
as janelas
salpicadas do ouro verde dos limões,
do azul ultramarino dos navios,
quando desembarcas,
não conheces,
não sabes que por detrás das janelas
escura,
ronda,
a polícia negra,
os carcereiros de luto
de Salazar, perfeitos
filhos de sacristia a calabouço,
despachando presos para as ilhas,
condenando ao silêncio
pululando
como esquadrões de sombra
sobre janelas verdes,
entre montes azuis,
a polícia,
sob outonais cornucópias,
a polícia,
procurando portugueses,
escarvando o solo,
destinando os homens à sombra.

A cítara esquecida
II


Ó Portugal formoso,
cesta de frutas e flores ?
emerges na prateada margem do oceano,
na espuma da Europa,
com a cítara de ouro
que te deixou Camões,
cantando com doçura,
esparzindo nas bocas do Atlântico
teu tempestuoso odor de vinharia,
de flores cidreiras e marinhas,
tua luminosa lua entrecortada
de nuvens e tormentas.

Os presídios
III


Mas,
português da rua, entre nós,
ninguém
nos escuta,
sabes
onde
está Álvaro Cunhal?
Sabes, ou alguém o sabe,
como morreu,
o valente,
Militão?
E sua mulher sabes tu
que enlouqueceu sob torturas?
Moça portuguesa,
passas como que bailando
pelas ruas
rosadas de Lisboa,
mas
sabes,
sabes onde morreu Bento Gonçalves,
o português mais puro,
honra de teu mar, de tua areia,
sabes
que ninguém volta jamais
da Ilha
da Ilha do Sal,
que Tarrafal se chama
o campo da morte?

Sim, tu sabes, moça,
rapaz, sim to sabes,
em silêncio
a palavra anda com lentidão mas percorre
não só Portugal senão a Terra.

Sim, sabemos,
em remotos países,
que há trinta anos
uma lápide
espessa como túmulo ou como túnica,
de clerical morcego,
afoga Portugal, teu triste trino,
salpica tua doçura,
com gotas de martírio
e mantém suas cúpulas de sombra.

O mar e os jasmins
IV


Da tua pequena mão outrora
saíram criaturas
disseminadas
no assombro da geografia.
Assim, a ti volveu Camões
para deixar-te o ramo de jasmins
sempiterno a florescer.
A inteligência ardeu qual vinho
de transparentes uvas
em tua raça,
Guerra Junqueiro
entre as ondas
deixou cair o trovão
de liberdade bravia
transportando o Oceano a seu cantar,
e outros multiplicaram
teu esplendor de rosais e racimos
como se de teu estreito território
saíssem grandes mãos
derramando sementes
pela terra toda.

Não obstante,
o tempo te soterrou,
o pó clerical
acumulado em Coimbra
caiu sobre teu rosto
de laranja oceânica
e cobriu o esplendor de tua cintura.

A lâmpada marinha
V


Portugal,
volta ao mar, a teus navios
Portugal volta ao homem, ao marinheiro,
volve à terra tua, à tua fragrância,
à tua razão livre no vento,
de novo
à luz matutina
do cravo e da espuma.
Mostra-nos teu tesouro,
teus homens, tuas mulheres,
não escondas mais teu rosto
de embarcação valente
posta nas avançadas do Oceano.
Portugal, navegante,
descobridor de Ilhas,
inventor de pimentas,
descobre o novo homem,
as ilhas assombradas,
descobre o arquipélago no tempo.
A súbita
Aparição
do pão
sobre a mesa,
a aurora,
tu, descobre-a,
descobridor de auroras.
Como é isso?
Como podes negar-te
ao ciclo da luz tu que mostras-te
caminhos aos cegos?
Tu, doce e férreo e velho,
estreito e amplo Pai
do horizonte, como
podes fechar a porta
aos novos racimos,
ao vento com estrelas do Oriente?
Proa da Europa, procura
na correnteza
as ondas ancestrais,
a marítima barba
de Camões.
Rompe
as teias de aranha que cobrem
tua fragrante copa de verdura
e então
a nós outros, filhos dos teus filhos,
aqueles para quem descobriste a areia
até então escura
da geografia deslumbrante,
mostra-nos que tu podes
atravessar de novo
o novo mar escuro
e descobrir o homem que nasceu
nas maiores ilhas da terra.
Navega, Portugal, a hora
chegou, levanta
tua estatura de proa
e entre as ilhas e os homens volve
a ser caminho.
A esta idade agrega
tua luz, volta a ser lâmpada
aprenderás de novo a ser estrela.

 ** Poema de Pablo Neruda inserido na campanha internacional para a libertação de Álvaro Cunhal, 1954.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

poema



PESCADOR

 
No agreste deste mar,

quero ser o pescador

com uma rede de sonhos

e de desejos

que me traga amores, búzios

e até caranguejos.
 

 
Issuf Ibraim, poeta árabe

100 anos do Partido Comunista do Chile (II)



Hino da Juventude Comunista
Palácio do Congresso, Santiago

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

o descalabro regional

Acumulam-se os sinais da resposta centralista do Poder actual, perante as dificuldades de gestão de recursos e dos cortes orçamentais. O Norte do país está cada vez mais degradado, perdendo poder politico e económico. Ouvem-se vozes em crescendo, no número e no tom, clamando contra as injustiças e desigualdades. A RTP Norte esvazia-se na sua programação, o Metro do Porto estiola na sua indefinição, a Casa da Música e a Fundação de Serralves são comprimidas nos seus orçamentos e nos seus compromissos. Estruturas como o Porto de Leixões e o Aeroporto do Porto são objecto de projectos de fusão com outras estruturas nacionais, como castigo da sua individualidade e do seu sucesso. São inúmeros os exemplos neste final de 2012. Mas há perguntas incómodas a que poucos dão respostas.
Porque está quase sempre ausente dos inumeros textos, panfletos, relatórios criticos a palavra Regionalização? Porque não são identificados os autores e cúmplices dos respectivos desmandos, a começar pelos governantes originários do Norte, os senhores deputados, as estruturas locais e regionais do PSD e do CDS? Afinal o maior ataque ás estruturas nortenhas, ao seu financiamento, ao seu funcionamento regular, parte de Marco António Costa, Aguiar Branco, LF Meneses  e seus lacaios, que como sempre trocam o bem estar da população pelas benesses e regalias do exercício do poder.

CR

domingo, 23 de dezembro de 2012

The Verve - Sonnet


100 anos Partido Comunista do Chile


Mais de 70.000 pessoas assistiram enchendo o  acto de celebração  dos 100 anos do Partido Comunista de Chile (PC), no Estádio Nacional

O espectáculo foi aberto pelo destacado cantor cubano Sílvio Rodríguez, que esteve perto de uma hora no palco. Depois foi a vez das bandas nacionais como Inti Illimani, Illapu, Sol y Lluvia e Juana Fe, para além de Manuel García, Chinoy e Nano Stern.

O recinto foi um dos principais centros de detenção, execução e tortura depois do golpe militar de 1973. Ali muitos militantes comunistas sofreram vexames, permanentes atropelos dos direitos humanos e desaparecimentos.

sábado, 22 de dezembro de 2012

NATAL

http://youtu.be/DLwa0jcdJco

CORO INFANTIL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

PRESENTE DE NATAL - FERNANDO LOPES GRAÇA


humor


muito confidencial e muito elucidativo


A Arábia Saudita envia para a Síria os seus condenados à morte a fim de travarem a "jihad"

Um documento oficial inquietante, com o carimbo de "muito confidencial", datado de Abril de 2012, que seria proveniente do Ministério do Interior da Arábia Saudita, confirma o envio de condenados à morte para combater na Síria.

Muito confidencial [*]

Reino da Arábia Saudita

Ministério do Interior

Sua excelência o general Seoud al Thounayane

Gabinete secreto do Ministério do Interior

25/05/1433 hégira

Saudação e benção de Alá

Sequência do telegrama do gabinete real nº 112 com data de 19/04/1433 hégira.

Nas prisões do reino detidos (105 iemenitas, 21 palestinos, 212 sauditas, 96 sudaneses, 254 sírios, 82 jordanos, 68 somalis, 32 afegãos, 194 egípcios, 203 paquistaneses, 23 iraquianos e 44 kuwaitianos) acusados de tráfico de droga, de assassínio, de violação, merecendo o castigo da charia islâmica e da execução pela espada serão – em acordo com eles – agraciados com a contrapartida de irem combater pela jihad na Síria após treino e equipamento. Um salário mensal será pago aos seus familiares e seus próximos que se verão proibidos de viajar para fora da Arábia Saudita.

Queira receber as minhas saudações.

Abdallah ben Ali al Rmeizan
Director do gabinete de acompanhamento no Ministério do Interior

- Cópia ao director do Comité para ordenar o Bem e proibir os actos ímpios.
- Cópia às informações gerais

[Fim]
11/Dezembro/2012

O original encontra-se em http://www.silviacattori.net/article4033.html

Este texto encontra-se em http://resistir.info/ .

PORTUGAL NA MÃO DE BANDIDOS

 
Tinha que dar nisto! Quando se coloca um país nas mão de bandidos, ele acaba vendido, espoliado, com milhões de cidadãos roubados para encher os bolsos aos membros do bando.
Em casos extremos, como o nosso, em que os bandidos padecem de um fanatismo patológico, o país pode mesmo acabar desfigurado geográfica e historicamente, com milhares e milhares de portugueses a ter que pensar duas vezes antes de dizerem onde nasceram, não vá a sua freguesia de nascimento ter sido extinta pela paranoia demagógica e mentirosa destes bandalhos... isso para além das dificuldades acrescidas para a vida de populações inteiras, desviadas das suas tradições, rotinas de vida, serviços públicos, etc., etc., etc.
Não, não vivemos uma época edificante! Como se não bastasse, vem, mais uma vez, o que faz de primeiro-ministro da quadrilha... tentar colocar o peso da culpa sobre os ombros dos portugueses.
Desta vez, o canalha espera que 2013 «seja um ano em que as pessoas vençam o pessimismo e não acrescentem dificuldades àquelas que já temos», insinuando que somos nós quem origina a crise e as dificuldades por que estamos a passar. Insinuando que o estado miserável da sua governação não passa, afinal, de um “estado de espírito”, de que é o povo, “piegas e pessimista”, o único culpado.
Não satisfeito com isso, acrescenta ainda o canalha que «às vezes parece que há quem queira mais pessimismo e mais dificuldades»... a velha e fascista calúnia contra todos os que se opõe à política oficial e cometem o “crime” de anunciar, com antecedência, os seus resultados nocivos.
Pessoalmente, não quero nem mais “pessimismo” nem mais “dificuldades”. Provavelmente, nem sempre sei sequer aquilo que quero… excepto quanto ao futuro deste miserável que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho e da sua abjecta quadrilha. Isso sei muito bem!!!
 
(em samuel-cantigueiro.blogspot.pt)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Não à Privatização da ANA e da TAP

Petição


Manifestação de trabalhadores da TAP. Para: Assembleia da República

Os subscritores do presente Manifesto expressam a sua frontal discordância face à anunciada privatização da TAP e da ANA Aeroportos e manifestam-se pela sua gestão pública na defesa e desenvolvimento deste sector estratégico para a economia e para a própria soberania nacional.

Com a privatização dos grupos TAP e ANA nenhum problema nacional seria resolvido, antes se agravariam muitos deles, pois está em causa o futuro de praticamente todo o sector do transporte aéreo nacional, representando mais de 20 mil postos de trabalho, mais de 2 mil milhões anuais em exportações e directamente mais de 3% do PIB: a companhia aérea de bandeira e seu serviço de manutenção, a rede aeroportuária do Continente e Regiões Autónomas, as empresas de assistência em escala SPdH e Portway, a PGA, as Lojas Francas de Portugal, a Cateringpor.

A TAP tem de ser defendida como companhia de bandeira de importância estratégica para a economia, para a ligação às comunidades portuguesas, para o turismo, para a coesão do território nacional, para a projecção de Portugal no mundo. A sua privatização colocaria em causa todos estes objectivos e seria a antecâmara da destruição da própria companhia, como hoje todos reconhecem teria acontecido se a sua venda à Swissair (iniciada em 1998) se tivesse consumado.

A ANA Aeroportos, que tem sido fundamental pelo investimento e modernização dos aeroportos nacionais, apresenta um registo de indicadores económicos positivos, que seriam perdidos pelo Estado com a privatização, sendo que o encaixe conjuntural resultante dessa alienação teria como contrapartida uma redução de receitas e aumento de despesas no futuro e a subalternização dos aeroportos nacionais face ao capital estrangeiro.

Desde logo tendo em conta a posição periférica do nosso país no contexto europeu e a sua realidade territorial, as opções estratégicas para o transporte aéreo assumem uma importância decisiva e têm de ser subordinada apenas ao interesse nacional, ao seu desenvolvimento harmonioso e equilibrado, e não a interesses privados ou estrangeiros.

O transporte aéreo nacional tem futuro e desempenhará um papel fundamental para o desenvolvimento do País. Assim se promova o investimento para a sua defesa e modernização. Por estes objectivos se afirmam os signatários, que por este meio apelam à manutenção do Grupo TAP e do Grupo ANA no sector público.

domingo, 16 de dezembro de 2012

INICIATIVA PARLAMENTAR

O Partido Comunista Português denunciou desde o primeiro momento os reais objetivos do Documento Verde da Reforma da Administração Local, apresentado pelo Governo em setembro de 2011. A justeza dessa denúncia e do combate político para derrotar as intenções expressas nesse documento foi reconhecida pelas populações e pela generalidade dos eleitos e trabalhadores das autarquias de freguesia em todo o país.
O Governo, apesar das suas derrotas neste processo e do seu isolamento social, político e institucional, insiste na liquidação das freguesias e no ataque ao Poder Local Democrático: suscitou a discussão e votação da lei de extinção de freguesias, Lei n.º 22/2012 de 30 de maio, aprovada com os votos do PSD e do CDS; acelerou o processo de extinção de mais de mil freguesias com a apresentação na Assembleia da República de uma proposta, discutida e votada favoravelmente na generalidade em escassos dias, com os votos favoráveis desses partidos, sem o mínimo período de análise e reflexão; reprovou, hoje mesmo, em Sessão Plenária da Assembleia da República, com os votos do PSD e do CDS, o Projeto de Lei do Grupo Parlamentar do PCP que revogaria a Lei n.º 22/2012, de 30 de maio.
O PCP não dá por concluído este combate em defesa do Poder Local Democrático e correspondendo à luta e mobilização populares transmite-vos que acabou de apresentar na Assembleia da República tantas propostas de eliminação das propostas de agregação de freguesias, quantas as que o PSD e o CDS incluíram no Anexo I Projeto de Lei n.º 320/XII/2.ª - Reorganização Administrativa do Território das Freguesias

Proposta de eliminação

«ANEXO 1 (a que se refere o artigo 3.9)

MUNICÍPIO DE PAREDES

COLUNA B

Freguesias criadas por agregação

“PAREDES”: Eliminação da freguesia criada por agregação e assim designada, mantendo-se as freguesias atualmente existentes e identificadas na Coluna A como “Freguesias a agregar”».

Actividade institucional - Pergunta parlamentar

A AIMMP – Associação das Indústrias da Madeira e Mobiliário de Portugal, tem âmbito nacional e tem a sua sede na cidade do Porto, com delegações em Lisboa e Leiria.

No final de Agosto fomos informados que a AIMMP teria um atraso significativo no pagamento de salários e subsídios. Na altura, o atraso a AIMMP tinha por liquidar aos seus trabalhadores os salários entre Abril e Agosto e o subsídio de férias do ano corrente. Esta era, aliás uma situação recorrente, já que, de acordo com as nossas informações, os atrasos no pagamento das responsabilidades mais relevantes para com os trabalhadores ocorria há bem mais de uma ano.

Enquanto não pagava nem salários nem subsídios de férias, nem tão pouco pagava horas extraordinárias, trabalho noturno e trabalho em dias feriados, invocando sempre pretextos relacionados com o “não recebimento de verbas referentes a projetos”, a AIMMP continuava a contratar alguns trabalhadores precários, a recibo verdes.

Entretanto, e após uma intervenção sindical, a direção da AIMMP garantiu que a situação iria ser regularizada “até ao final do ano”, facto que manifestamente não está a suceder.

Na realidade não houve qualquer tipo de tentativa de recuperação no pagamentos das suas obrigações contratuais para com os trabalhadores, sendo que neste momento (Dezembro de 2012), e de acordo com informações que pudemos obter muito recentemente, a AIMMP continua a dever aos trabalhadores o pagamento de quatro meses de salários e do subsídio de férias.

Esta é, visivelmente, uma situação inaceitável que importa reverter com urgência, fazendo intervir os responsáveis da Autoridade para as Condições de Trabalho. Assim, e ao abrigo das disposições regimentais e constitucionais em vigor, solicita-se ao Governo que, por intermédio do Ministério da Economia e Emprego, responda às seguintes perguntas:

1. Tem esse Ministério (e a ACT) conhecimento da inqualificável situação que atinge os trabalhadores da AIMMP há mais de uma ano e meio? Tem esse Ministério (e a ACT) a noção que há bem mais de um ano que a AIMMP tem vários meses de salários em atraso aos seus trabalhadores? E que, pelos vistos, também não paga trabalho extraordinário, nem paga trabalho em dias feriados ou trabalho noturno?

2. Em caso afirmativo, quando é que o Ministério (e a ACT) tomaram conhecimento desta situação inaceitável? O que foi então feito?

3. Face ao reiterado incumprimento das suas responsabilidades contratuais – não obstante as garantias dadas aos representantes sindicais – o que pensa fazer o Governo? Pensa continuar a pactuar com estas manifestas situações de flagrante ilegalidade?

Palácio de São Bento, quinta-feira, 13 de Dezembro de 2012

Deputado(a)s
HONÓRIO NOVO(PCP)

 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Humor - Prémio Merkel Do Ano



Angela assiste ao espectáculo dos Oquestrada na cerimónia da entrega do Prémio Nobel da Paz 2012 e explica porque razão continuamos na mesma cantiga.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

humor

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/bGivuonpOkD5D0oTOrC3/mov/1"

Marta Borges e Inês Lopes Gonçalves em "O inferno"

Before The Rain - Frail



os portugueses BEFORE THE RAIN , no álbum Frail (2011)

UM CERTO NATAL

Desempregados fazem de Pai Natal a 43 cêntimos à hora

A Associação Empresarial de Penafiel contratou quatro desempregados a 43 cêntimos à hora para se vestirem de Pai Natal. Os animadores, operários da construção civil, recebem 83 euros por 30 dias, mais subsídios de transporte e alimentação.

 

Documentário 365 dias 24 horas (1ª parte)


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

grafismos



genuína


Com esta não se torna necessário fazer a prova do algodão, ela própria faz questão de o demonstrar.
(em salvoconduto.blogs.sapo.pt)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

God is an Astronaut - Snowfall


Programa "Repórter TVI", 3 de Dezembro de 2012, "Dinheiros Públicos, Vícios Privados"

Programa "Repórter TVI", 3 de Dezembro de 2012, "Dinheiros Públicos, Vícios Privados"

O SONHO DE PEDRO PASSOS COELHO

Um terço é para morrer. Não é que tenhamos gosto em matá-los, mas a verdade é que não há alternativa. se não damos cabo deles, acabam por  nos arrastar com eles para o fundo. E de facto não os vamos matar-matar, aquilo que se chama matar, como faziam os nazis. Se quiséssemos matá-los mesmo era por aí um clamor que Deus me livre. Há gente muito piegas, que não percebe que as decisões duras são para tomar, custe o que custar e que, se nos livrarmos de um terço, os outros vão ficar melhor. É por isso que nós não os vamos matar. Eles é que vão morrendo. Basta que a mortalidade aumente um bocadinho mais que nos outros grupos. E as estatísticas já mostram isso. O Mota Soares está a fazer bem o seu trabalho. Sempre com aquela cara de anjo, sem nunca se desmanchar. Não são os tipos da saúde pública que costumam dizer que a pobreza é a coisa que mais mal faz à saúde? Eles lá sabem. Por isso, joga tudo a nosso favor. A tendência já mostra isso e o que é importante é a tendência. Como eles adoecem mais, é só ir dificultando cada vez mais o acesso aos tratamentos. A natureza faz o resto. O Paulo Macedo também faz o que pode. Não é genocídio, é estatística. Um dia lá chegaremos, o que é importante é que estamos no caminho certo. Não há dinheiro para tratar toda a gente e é preciso fazer escolhas. E as escolhas implicam sempre sacrifícios. Só podemos salvar alguns e devemos salvar aqueles que são mais úteis à sociedade, os que geram riqueza. Não pode haver uns tipos que só têm direitos e não contribuem com nada, que não têm deveres.

Estas tretas da democracia e da educação e da saúde para todos foram inventadas quando a sociedade precisava de milhões e milhões de pobres para espalhar estrume e coisas assim. Agora já não precisamos e há cretinos que ainda não perceberam que, para nós vivermos bem, é preciso podar estes sub-humanos.
Que há um terço que tem de ir à vida não tem dúvida nenhuma. Tem é de ser o terço certo, os que gastam os nossos recursos todos e que não contribuem. Tem de haver equidade. Se gastam e não contribuem, tenho muita pena... os recursos são escassos. Ainda no outro dia os jornais diziam que estamos com um milhão de analfabetos. O que é que os analfabetos podem contribuir para a sociedade do conhecimento? Só vão engrossar a massa dos parasitas, a viver à conta. Portanto, são: os analfabetos, os desempregados de longa duração, os doentes crónicos, os pensionistas pobres (não vamos meter os velhos todos porque nós não somos animais e temos os nossos pais e os nossos avós), os sem-abrigo, os pedintes e os ciganos, claro. E os deficientes. Não são todos. Mas se não tiverem uma família que possa suportar o custo da assistência não se pode atirar esse fardo para cima da sociedade. Não era justo. E temos de promover a justiça social.

O outro terço temos de os pôr com dono. É chato ainda precisarmos de alguns operários e assim, mas esta pouca- -vergonha de pensarem que mandam no país só porque votam tem de acabar. Para começar, o país não é competitivo com as pessoas a viverem todas decentemente. Não digo voltar à escravatura - é outro papão de que não se pode falar -, mas a verdade é que as sociedades evoluíram muito graças à escravatura.
Libertam-se recursos para fazer investimentos e inovação para garantir o progresso e permite-se o ócio das classes abastadas, que também precisam. A chatice de não podermos eliminar os operários como aos sub-humanos é que precisamos destes gajos para fazerem algumas coisas chatas e, para mais (por enquanto), votam - ainda que a maioria deles ou não vote ou vote em nós. O que é preciso é acabar com esses direitos garantidos que fazem com que eles trabalhem o mínimo e vivam à sombra da bananeira. Eles têm de ser aquilo que os comunistas dizem que eles são: proletários. Acabar com os direitos laborais, a estabilidade do emprego, reduzir-lhes o nível de vida de maneira que
percebam quem manda. Estes têm de andar sempre borrados de medo: medo de ficar sem trabalho e passar a ser sub-humanos, de morrer de fome no meio da rua. E enchê-los de futebol e telenovelas e reality shows para os anestesiar e para pensarem que os filhos deles vão ser estrelas de hip-hop e assim.
O outro terço são profissionais e técnicos, que produzem serviços essenciais, médicos e engenheiros, mas estes estão no papo. Já os convencemos de que combater a desigualdade não é sustentável (tenho de mandar uma caixa de charutos ao Lobo Xavier), que para eles poderem viver com conforto não há outra alternativa que não seja liquidar os ciganos e os desempregados e acabar com o RSI e que para pagar a saúde deles não podemos pagar a saúde dos pobres. Com um terço da população exterminada, um terço anestesiado e um terço comprado, o país pode voltar a ser estável e viável. A verdade é que a pegada ecológica da sociedade actual não é sustentável. E se não fosse assim não poderíamos garantir o nível de luxo crescente da classe dirigente, onde eu espero estar um dia. Não vou ficar em Massamá a vida toda. O Ângelo diz que, se continuarmos a portarmo-nos bem, um dia nós também vamos poder pertencer à elite.

José Vítor Malheiros (em Público)

domingo, 9 de dezembro de 2012

MISTÉRIOS DE PAREDES


O "SAIOTE AFRICANO" DO QUIOSQUE DE PAREDES. COM OS "SEUS ARQUITECTOS" VESTIDOS DE BRANCO.

sábado, 8 de dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

poemas

Renovação




                         Em cada dia morre um homem em mim.


Em cada dia nasce um homem em mim.


Só o itinerário é o mesmo, e isso decerto basta.


E eu tenho saudade dos homens que fui!


E eu anseio, espero os homens que serei!


Dia após dia, eu me renovo, sigo sempre.


Meus olhos de ontem não são meus olhos de hoje.


Um mundo morre, outro mundo nasce em cada dia.


Só o itinerário é o mesmo, e isso decerto basta.




(Papiniano Carlos)



Itinerário

                         Os milhares de anos que passaram

viram 
a nossa escravidão.



NÓS carregámos as pedras das pirâmides,


o chicote estalou,


abriu rios de sangue no nosso dorso.


NÓS empunhámos nas galés dos césares


os abomináveis remos


e o chicote estalou de novo na nossa pele.


A terra que há milhares de anos arroteámos


não é nossa,


e só NÓS a fecundamos!


E quem abriu as artérias? quem rasgou os pés?


Quem sofreu as guerras? quem apodreceu ao abandono?




            E quem cerrou os dentes,

quem cerrou os dentes
 e esperou?




            Spartacus voltará: milhões de Spartacus!




            Os anos que aí vêm hão-de ver


a nossa libertação.




(Papiniano Carlos)

O alfaiate do nazismo

 Chamava-se Hugo. Era alemão. Rondava os 40 anos quando fundou uma pequena loja de moda, em Metzingen, onde foi dado à luz.

Seis anos depois abriu falência. Desesperado, resolveu dar a volta à crise: ingressou no Partido Nazi – e a sua vida rapidamente mudou. Corria o ano de 1931.


Tornou-se fornecedor exclusivo dos uniformes negros das SS (Schutzstaffel), da Juventude Hitleriana e de outras organizações criminosas (sempre muito preocupadas com o porte e o corte). Naturalmente ganhou muitos milhões de marcos entre 1934 e 1945, e para dar conta das encomendas, a solução foi recorrer a mão-de-obra – baratíssima – dos prisioneiros de guerra.

Após a derrota do III Reich, foi processado mas sofreu uma pena pecuniária: teve de indemnizar as famílias dos escravizados que, entretanto, haviam falecido de exaustão ou sido mortos.

O nome completo do empresário de sucesso era Hugo Boss. E os negócios prosseguiram até hoje com a mesma etiqueta na ourela.

Boss é Boss.

Será que Merkel usa perfume Boss?

Será que o grupo HB investe em fundos de resgate de submetidos ao IV Reich, onde o trabalho escravo começa a refazer caminho? Costumam estar em todas as linhas de investimento.
 
Na Wikipedia: en.wikipedia.org/wiki/Hugo_Boss

Este texto encontra-se em
http://resistir.info/

.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Editors - Fingers in the Factories


Papiniano Carlos, Joaquim Benite, Oscar Niemeyer

 
Ontem faleceram 3 intelectuais comunistas de grande prestígio. O JN conseguiu noticiar os 3 falecimentos, mas sem referir a condição de comunista de qualquer um...
deles. Notável...
Mas a História não apagará a dimensão humana, a obra, a coragem, a alegria de lutar e o estímulo para as novas gerações que mantêm acesa a chama da luta pela justiça social, pela paz, por uma sociedade sem exploradores nem explorados.

poema


                TRÊS POEMAS DE AMOR

O teu olhar
nos meus olhos

incendeia lugares

de inquietação sem igual
e já cego

descubro
que não te posso ser fiel

porque não te posso ser total

Como uma vírgula que separa
ou um “mas” que contraria

imagino na tua pele
saudades de caricias impossíveis

e já vencido
sei que não te posso ser agora total

e são inúteis as lagrimas visíveis

Na abóbada negra de um céu limpo
há duas estrelas brilhantes

duas incandescências errantes
duas presenças,

dois aconchegos
em momentos nocturnos de prazer

e quando nasce o dia
e se julga que tudo se perdeu,

 é puro engano.
Explico.

Uma estrela continuas a ser tu
e a outra procuro ser eu.

             Issuf  Ibraim, poeta árabe

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

mistérios de Paredes



A CASA DOS HORRORES. COM UMAS ARGOLAS ONDE SE PRENDE O BOM GOSTO DO CIDADÃO. PARA QUANDO O FIM DO "ESPANTO ARTISTICO"?
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Patricia Barber - Winter


mistérios de Paredes






Encerrada a exposição das cadeiras, importava ver algumas particularidades








Na lona que cobre o edificio degradado do antigo pavilhão gimnodesportivo (custo: 25.000 euros+ IVA) aparece o grafismo do OBRIGADO. E lá temos os "agradecidos": Celso Ferreira, Pedro Mendes, Luciano Gomes, Tito Couto. No meio dos verdadeiros artistas e criadores. Apetece-me dizer que TODA A CÂMARA ESTÁ NAS LONAS.

humor


Custo de Hora de Trabalho

 
Portugal ocupa o 4.º nivel inferior. Assim se prova que o custo da força de trabalho não é razão para ausência de competitividade da economia nem para a austeridade forçada

domingo, 2 de dezembro de 2012

os novos rostos do Vale do Sousa e Baixo Tâmega no Comité Central do PCP


Gonçalo Oliveira

Maria Lurdes Ribeiro

                                                                                                          Paulo Macieira

mistérios de Paredes



 
A Arte Pública inaugurada hoje como circuito em Paredes. Agora com uma legenda colocada numa tampa de saneamento, identificando o autor e a obra e uma pequena explicação. Aqui junto á Academia de Musica de Paredes, ex-edificio da cadeia de Paredes

sábado, 1 de dezembro de 2012

Pink Floyd - Fat Old Sun



1970-1971
Pink Floyd
Álbum Atom Heart Mother

Fat Old Sun foi escrita por David Gilmour

grafismo

A EDUCAÇÃO SEGUNDO CAVACO, PASSOS E PORTAS...UM MIMO DE RETROCESSO.

SERÁ VERDADE?

António Costa terá dito no programa televisivo "A Curvatura do Circulo" isto:
 
“A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no textil. Nós fomos financiados para desmantelar o textil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abrissemos os nossos mercados ao textil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao textil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o textil que nós deixávamos de produzir. E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer… podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!”

Esta aproximação de um destacado dirigente do PS á verdade histórica ilumina todo um percurso e os seus protagonistas. Afinal o PCP TINHA TODA A RAZÃO. A União Europeia era um projecto das grandes potências e das grandes corporações europeias. Afinal por incompetência ou por cínico cálculo dirigentes nacionais foram cúmplices numa estratégia antipatriótica. E chegados aqui que crédito têm Cavaco Silva, Santana Lopes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Durão Barroso, José Sócrates, António Guterres, ou Passos Coelho?

CR

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

PI DE LA SERRA - Si els fills de de puta volessin no veuríem mai el sol



Se os filhos da puta voassem não veríamos mais o sol...

NASCEU UMA VEREADORA DA “OPOSIÇÃO”?

 Nasceu uma estrela da “oposição”. A vereadora Raquel Moreira da Silva (RMS) entregou os pelouros que possuía na Câmara Municipal de Paredes, como parte integrante da equipa dirigente do PSD.  Em entrevista a O Progresso de Paredes, alega ser impossível trabalhar com Celso Ferreira, o Presidente da Câmara. Apesar do aumento das responsabilidades decorrente da atribuição de mais pelouros, do mandato anterior para o presente, Raquel Moreira da Silva rompe agora com o Executivo por várias razões que explicita e que merecem ser analisadas.

Há claramente um choque de identidades, que se beliscam e se antagonizam. RMS sente que há uma centralização de decisões e projectos, e para ela fica uma menor consideração e autonomia por parte do Presidente. São os cortes genéricos nas verbas e é também aquilo que chama a falta de um “serviço publico pleno”. A própria equipa é catalogada como “imatura”, cada um com agenda política própria.

Mas são mais importantes as considerações sobre actividades de que é testemunha. Em primeiro lugar, a referência a “esbanjamento de dinheiros em actividades, eventos, estátuas, conferências e viagens e exposições”.  Nada que não se soubesse. Depois temos alusões directas e críticas: á Carta Educativa, “sem qualquer auscultação das necessidades e pertinência á comunidade escolar”, á requalificação da Avenida da República (com a sua ciclovia), á venda do Pavilhão e campo de futebol das Laranjeiras, ao mastro de Lordelo, ao campo de golfe de Vila Cova de Carros (que era centro de interpretação ambiental), á venda do edifício do Matadouro e da Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda, ao realojamento da comunidade cigana, ao retorno económico, social e cultural de investimentos recentes, ao Planit Valley.  
Com a autoridade de quem integrou o núcleo duro do PSD, RMS alerta-nos para a dívida da autarquia ser superior a 100 milhões de euros, caminhando assim para o que chama de “abismo económico-financeiro”.

Ficamos assim a saber o que já sabíamos. Foi denunciado agora o que já tinha sido denunciado outrora. Diz o povo: mais vale tarde do que nunca. RMS não vai mais ao golfe com Pedro Mendes, nem embandeira o mastro de Lordelo com Celso Ferreira, nem se deslumbra com a arte pública de Couto. A ver os próximos capítulos da novela.
CR