um blogue pessoal com razões e emoções á esquerda
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
domingo, 7 de setembro de 2014
APENAS DOIS KM
terça-feira, 19 de agosto de 2014
informação de uma luta justa
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
VISITA DE PAULA BAPTISTA Á ESCOLA SECUNDÁRIA DO MARCO
Os alunos da Escola Secundária do Marco de Canaveses vão deixar de ter aulas na parte velha da escola, garantiu o Presidente da Parque Escolar. A comunidade exige o levantamento da suspensão das obras das novas instalações. A escola vai receber para já um conjunto de monoblocos.
CR
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
a escola de Crato
O dinheiro deverá ser entregue ás representantes dos pais ... ou á Sr.ª Professora ... "
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
educação - a prepotência nem sempre vence
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Programa "Repórter TVI", 3 de Dezembro de 2012, "Dinheiros Públicos, Vícios Privados"
sábado, 1 de dezembro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Recarei
Há dias desloquei-me por razões profissionais ao complexo desportivo do Nun’Alvares de Recarei, sito ao lugar do Outeiro. Para quem não saiba, o lugar do Outeiro, está disposto em diferentes níveis de cota, e servido por um conjunto de ruas estreitas, onde a circulação automóvel é difícil. Naquele dia, uma avaria de uma viatura automóvel obrigava à sua deslocação a pulso em sentido ascendente. O caos estava instalado e mais ficou quando do alto surgiram os 2 veículos de transporte escolar: é que o Centro Escolar de Recarei fica junto ao complexo desportivo, no alto do monte. Melhor ou pior lá se resolveu o problema. Fica no entanto a dúvida: por que raios foram construir tais equipamentos sem criar uma via de acesso alternativa? Quem se responsabiliza por um eventual desastre, de tão instáveis infraestruturas? Sabe-se que nesses autocarros escolares são transportadas crianças dos anteriores JI de Recarei e Aguiar de Sousa. E é esse o nosso MEDO.
domingo, 14 de outubro de 2012
educação em Paredes
A escola EB1/JI da Redonda, na Madalena, Paredes, foi fechada a cadeado
na manhã desta segunda-feira. Na base deste protesto está o facto de, em 15 dias de aulas, os alunos do segundo ano já terem tido três professores. Esta é uma situação que se arrasta deste o ano lectivo passado, durante o qual a mesma turma teve cinco docentes. |
O Agrupamento de Escolas de Paredes garante que o problema ficará
resolvido na quinta-feira, mas os pais prometem endurecer as tomadas de posição se tal não acontecer. |
sábado, 22 de setembro de 2012
texto
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
"A normalização da anormalidade"
2. É que há qualquer coisa que me está a escapar neste dia-a-dia em que fomos mergulhados. Leio no jornal que o governo decidiu o encerramento de mais 239 escolas do 1.º ciclo do ensino básico. Duzentas e trinta e nove escolas, por extenso, não haja confusões. Peço-vos que experimentem contar em voz alta de 1 até 239, e verificarão que no último terço da contagem a nossa voz começa a ficar entaramelada... Mas, tanto quanto o encerramento das escolas, incomodou-me – a acreditar nos jornais – a passividade com que ele foi aceite, por dirigentes das escolas, por docentes, por pais, por autarcas, com o extraordinário argumento de que, desta feita, tudo havia sido previamente acertado. Ora, estas 239 não constituem senão a última fatia – até agora – de um total de 3720 escolas encerradas desde 2005. Três mil setecentas e vinte! Contar em voz alta de 1 até 3720 deixa-nos seguramente sem fôlego – um reflexo fisiológico menor da brutalidade concretizada neste impiedoso e sistemático encerramento. Já nem falamos dos sérios inconvenientes que existem na substituição de uma escola humanizada, de pequena dimensão, próxima da família – tudo o que se recomenda, enfim, para crianças com estas idades –, por uma outra a quilómetros de distância, por vezes a muitos quilómetros, onde os alunos passam de pessoas a números, fruto de uma gestão cada vez menos pedagógica por força dos mega-agrupamentos.
3. O nosso país está a ser reduzido a duas faixas litorais: uma, a oeste, que se estende no sentido norte-sul, entre Viana do Castelo e Setúbal, com não mais de 40 km de profundidade, e uma outra, a sul, no Algarve, no sentido leste-oeste, com menos de 10 km de profundidade – não existem praias tão largas – e entregue à monocultura do turismo. (Devido à sua especificidade geográfica, não falo aqui da Madeira e dos Açores). Fora destas faixas, existem alguns enclaves: Évora, Viseu, Vila Real e, sem ofensa, pouco mais. Porque quando se encerram 3720 escolas, e esse encerramento é acompanhado pelo de maternidades, centros de saúde, valências hospitalares, tribunais, linhas de caminho de ferro, estações de correio, postos da GNR, esquadras de polícia – o que é que afinal está a ser encerrado? Ou, de outro modo, que país nos resta? Na definição de "país", até na componente estratégica da defesa, a ocupação do território é essencial – e nós não estamos a ocupar mais do que 30.000 dos 89.000 km2 do nosso território continental.
4. Ouço na televisão um sindicalista docente dizer, à saída de uma reunião com o Senhor Ministro da Educação e da Ciência: "Há possibilidades de não haver condições de sucesso para os alunos". Bem, eu sei que devemos ser cuidadosos com as palavras – mas tanto?!... Com as alterações curriculares, com o aumento do número de alunos por turma, com a constituição dos mega-agrupamentos, com o despedimento, no imediato ou a prazo, de milhares de professores (não dezenas de milhares, mas apenas [?] milhares), com a promessa feita pelo Ministério de que as melhores escolas (o que quer que isto queira dizer) poderão vir a contratar mais professores (quando qualquer pessoa de bom senso pensaria que, a existir essa possibilidade, ela se destinaria às escolas mais problemáticas), com a instabilidade e a insegurança instaladas na vida profissional, pessoal e familiar dos docentes por meio de uma brutal guerra contra eles desencadeada pelo Ministério, concretizada no bombardeamento das escolas com sucessivas e contraditórias orientações sobre a vinculação e os concursos – e não se diz mais do que "Há possibilidades de não haver condições de sucesso para os alunos"?!... Uma frase que é exactamente o mesmo que nada dizer.
5. A anormalidade já está normalizada?...
José Calçada (texto publicado no Público)
quarta-feira, 25 de julho de 2012
as promessas de Mendes
ver http://www.rtp.pt/programa/tv/p1103/c88651
a "promessa" do Sr. Dr. Pedro Mendes, vice-presidente da Câmara:
"todas as crianças que estão a estudar em Paredes nos novos centros escolares têm um transporte dedicado e até mesmo (posso dizer) muito diferenciado porque quase que vamos buscar as crianças a casa"
sábado, 16 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
a aplicação do memorando da troika em Paredes

A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) quer impedir que sejam criadas, já no próximo ano, novas turmas do 10º ano de escolaridade em Rebordosa e Lordelo. Caso a proposta da DREN seja implantada, os alunos de Rebordosa terão de frequentar o ensino secundário em Baltar e os de Lordelo em Vilela.
A revelação foi feita, na segunda-feira, por Honório Novo. No final de uma visita à EB 2,3 de Rebordosa, o deputado do PCP desvendou também que as cerca de 200 turmas dos Cursos de Educação e Formação (CEF) actualmente existentes no Vale do Sousa e Baixo Tâmega serão reduzidos a 22. "Vou perguntar ao Governo se acha isto razoável", prometeu.
Turmas dos cursos CEF reduzidas a 22
A visita à EB 2,3 de Rebordosa teve como pano de fundo a criação do mega-agrupamento escolar que já foi alvo de uma manifestação do povo rebordosense. Mega-agrupamento esse que Honório Novo critica severamente. "Em Julho de 2010, apresentámos um projecto de resolução para suspender os mega-agrupamentos. O PSD e o CDS votaram a favor, mas hoje a maioria está a fazer exactamente o que reprovou em 2010. Isto é exactamente o que o Governo de Sócrates propunha", afirmou.
Para Honório Novo, o único critério que sustenta esta reforma é o da "poupança através do despedimento de centenas de professores, funcionários e auxiliares administrativos". "O desnorte e o economicismo presidem hoje ao Ministério da Educação com uma intensidade nunca vista", acrescentou.
À saída de uma reunião com a direcção da escola rebordosense, o deputado comunista revelou dados que podem inflamar a comunidade escolar e civil nos próximos dias. "Foi-me comunicado pela direcção da escola que há uma proposta da DREN para que Rebordosa e Lordelo não tenham novas turmas do 10º ano de escolaridade em Setembro". Se a proposta for avante, explicou Honório Novo, os alunos de Rebordosa que quiserem seguir o ensino secundário terão de ir para a Escola de Baltar. Já os alunos de Lordelo vão para Vilela. "Isto é brincar com as pessoas. Parece que quem está a fazer os agrupamentos não está no mesmo andar de quem faz esta proposta", defendeu.
Na mesma altura, o deputado criticou a redução dos cursos CEF sugerida igualmente pela DREN. "Na região do Vale do Sousa e Baixo Tâmega, estes cursos passarão de cerca de 200 para 22. E isto na sub-região mais pobre da Europa", evidenciou.
Segundo Honório Novo, todas estas alterações retirarão autonomia às escolas, aumentarão o abando escolar e afastarão os pais dos estabelecimentos de ensino.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
ATITUDES E SOCIEDADE
Após “investigação” (!), o Director da DRE de Lisboa concluiu que “não foram apurados factos (!) susceptíveis de indícios de infracção disciplinar” (dos jornais).
A queixa do encarregado de educação contém argumentação e factualidades que deveriam ter sido consideradas pelos intervenientes no processo educativo da escola da Ericeira (a educadora, os superiores hierárquicos, a tutela, os restantes pais), com o objectivo da sua correcção. Mas como sempre optou-se pela solução mais fácil, pela solução imbecil. A cantiga infantil deixou de ser cantada na sua totalidade e não foi reposta na sua versão devida. O encarregado de educação foi acusado de ser “fanático” e “conflitual” por não se contentar com o espírito prevalecente na escola, que se estende aliás a outras escolas de Mafra e Oeiras, e foi mesmo pressionado a retirar a filha da escola pública. Foi feita a contagem das opções clubistas, como se fosse o primado da maioria a legitimar ou não direitos e comportamentos da área da liberdade, de opção e de tolerância na escola pública no Portugal Democrático.
A impunidade e a apropriação indevida do espaço público ganharam mais alguns pontos. Há quem ache que “educar” é transmitir o “valor supremo” de se “ser” do Benfica, do Porto ou do Sporting. Independentemente dos conteúdos concretos analisados aqui, relembra-se que a escola pública tem regras que a colocam fora de critérios de exclusividade ou preferência em opções filosóficas, religiosas e estéticas.
Recentemente tive conhecimento de um problema grave no decurso de uma visita de estudo de um grupo de estudantes de uma escola da região. Também aqui houve um excesso de “liberalismo” na abordagem do expressar em público de opções clubísticas. A escola fica mal quando não sabe ou não quer impor a disciplina do convívio e da sã tolerância e se comporta como uma extensão diária de uma bancada fervorosa de claques incontroláveis.
O comentador desportivo João Govern foi dispensado pela direcção de informação da RTP, depois de ter sido filmado a festejar um golo na última edição do Programa Zona Mista, da RTP Informação (dos jornais).
CR
domingo, 11 de setembro de 2011
Camila Vallejo, uma protagonista da luta
Camila Vallejo tem 23 anos e é estudante do curso de Geografia, atuando há cinco anos na Juventude Comunista. Foi eleita presidente da Federação Estudantil da Universidade do Chile (Fech). Ela comanda as grandes mobilizações que há meses mantém em xeque o governo do presidente Sebastián Piñera, mostrando-se capaz de movimentar milhares de pessoas em protestos pelo centro de Santiago.
terça-feira, 24 de maio de 2011
um texto IMPORTANTISSIMO de IVO RAFAEL SILVA (em adargumentandum.wordpress.com)

Os “Agitadores (Hipócritas) de Facebook”
Duas ou três palavras a propósito desta iniciativa perfeitamente legal da CDU Coimbra. A pintura que se vê na fotografia foi feita nos degraus das escadas monumentais da cidade, inclusive na presença das autoridades, diligentemente chamadas ao local por sacrossantos benfeitores civis sempre muito atentos a “vandalismos”. E não havendo dúvidas sobre a legalidade de um acto consagrado na Constituição, é curioso aqui verificar como esses zelosos guardiões da aparência da cidade, se moveram hipocritamente no que mais e melhor conseguem fazer pelo propalado “civismo” e defesa “de monumentos históricos”: criar paginazinhas no Facebook.
Esses agitadores da treta, irritadinhos de circunstância, pés-de-chumbo da sociedade, cuja acção reivindicativa e sentido cívico não vai além de um “Like” numa rede social, mostram-se mais preocupados com um acto partidário legal e criativo, do que em contestar as políticas de miséria, a educação propineira ou a estratégia bolonhesa de ensino. Vai daí, no expoente máximo do seu modus operandi, resolveram criar as páginas “Denunciar a página da CDU Coimbra por Vandalismo” e “Obrigar a CDU a limpar as Escadas Monumentais“. E se dúvidas houvesse quanto à natureza destas acções, elas ficam imediatamente desfeitas através da leitura de alguns dos comentários em cada uma delas, onde entre insultos baratos e ódio latente, se vomita preconceito contra a CDU por todos os lados.
Só que ou a memória é fraca ou a hipocrisia não conhece limites. Eu aposto na segunda hipótese. As fotos que se seguem, ou melhor, as pinturas “vândalas” que retratam, não tiveram direito a páginas no Facebook, nem consta que nenhum dos “defensores do civismo” tivesse protestado na altura. Estes “agitadores” só aparecem agora, em campanha eleitoral, para que, a pretexto da estética, de moralismos bacocos e de uma ilegalidade que não existe, contrariar a liberdade de expressão denegrindo e insultando uma força política que, pelos vistos, lhes causa sérios incómodos.


A alguns dos irritados, particularmente aos estudantes, refiro que não é necessário inventar pretextos para atacar a CDU. Assumam lá o vosso prazer no pagamento de propinas, assumam a vossa aceitação do estado geral de precariedade, assumam a vossa concordância com os salários de miséria e com a ausência de perspectivas futuras de emprego. Ou seja, manifestem claramente a vossa posição a favor daquilo que a pintura contesta.
Agora, criem lá as vossas paginazinhas no Facebook! Mas atenção, não se percam nas horas… lembrem-se do part-time no MacDonalds ou na caixa do Pingo Doce que forçosamente têm de ter para pagar um ensino que, segundo a mesma constituição que permite estas pinturas, deveria ser “tendencialmente gratuito”.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
a Parque Escolar
src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/AeJtt6tdij1UtWdvBK12/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="357" allowFullScreen="true">







