um blogue pessoal com razões e emoções á esquerda
quinta-feira, 14 de julho de 2016
PROPOSTA
domingo, 17 de maio de 2015
QUANDO ELES FALAM...
Concluiu-se sem dificuldade qua a chamada "municipalização da saúde" promovida já este ano pelo Governo não foi negociada, nem tem transparencia. E avança com Projectos - Pilotos locais á espera da generalização
O exuberante Presidente da Cãmara de Aveiro Ribau Esteves alinhou algumas ideias a registar:
- "a III República está institucionalmente falida"
- "gerir doutores não é fácil"
- "há uma série de autarcas tótós- os que acreditaram que o governo pagaria sempre os transportes escolares"
- há um governo "centralista" no tempo de Miguel Relvas e um governo mais "descenntralizador" no tempo de Poiares Maduro
Berta Nunes, Presidente da Cãmara de Alfandega da Fé, opõe-se á municipalização. Será só por ser reforma do PSD?
Radical e definitivo é o Bastonário da Ordem dos Médicos. Ele diz Não. O representante da Ordem dos Enfermeiros deu ideia de que ainda estão a estudar...
CR
terça-feira, 10 de março de 2015
ESTES VÍRUS QUE NOS APOQUENTAM
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
segunda-feira, 24 de março de 2014
COMUNICADO DOS COMUNISTAS DE PENAFIEL
terça-feira, 4 de junho de 2013
o CDS não deixa o Padre Américo sossegado
Transcreve-se:
Requerimento 1737-AL/XII/2
Data: 2013-05-15
Assunto: Parqueamento no Hospital Padre Amaro
1- Como teve a Câmara Municipal conhecimento desta situação, quando, e se houve conversações com a Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa?
2- Que medidas tomou, ou pretende tomar, para minimizar os prejuízos causados aos munícipes do seu concelho e utentes do Hospital Padre Américo com a introdução de cobrança de estacionamento nesta unidade de saúde, nomeadamente ao nível de transportes?
Para além do gozo induzido pelo óbvio erro da designação do Hospital (Padre Amaro em vez do correcto Padre Américo), que nos coloca ao nível do crime pecaminoso da literatura e do cinema, onde até um proclamado “bom cristão” resvalou, assinale-se a preocupação do CDS com a “minimização dos prejuízos” e com a existência ou não de “conversações” prévias.
Da missiva CDS conhecem-se duas respostas: uma da Câmara de Amarante e outra de Penafiel. O autarca amarantino, de filiação PS, identifica o assunto (Parqueamento no Hospital Padre Amaro) e responde secamente que “…a Câmara não teve conhecimento oficial desta medida e que não tenciona tomar qualquer outra que possa minimizá-la”. Sabendo-se da origem PS da nomeação do Conselho de Administração do Centro Hospitalar, compreende-se o “desconhecimento” e “distanciamento” das consequências da medida por parte de Armindo Abreu.
O autarca penafidelense do PSD acrescenta em resposta que soube “por várias vias” da medida, reuniu-se posteriormente com o novo Conselho de Administração para “minimizar os prejuízos” e até aprovou uma moção condenatória na Assembleia Municipal. Uma das “vias” não citadas por Alberto Santos é a orientação superior por parte do Ministério do governo de Passos e Portas que condicionou e impulsionou a implementação da medida pelo Conselho de Administração, coisa que a Câmara de Penafiel, directa ou indirectamente, conhecia.
O Padre Américo pode repousar sossegado. No mínimo não lhe mudam o nome para Padre Amaro. Quanto ás populações, olhem, vão minimizando os prejuízos!
CR
sábado, 2 de março de 2013
SOBRE A DEPRESSÃO
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
um capitalismo fora de prazo
sábado, 16 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
Não à destruição do Serviço Nacional de Saúde
Se as recomendações inscritas na referida Carta forem concretizadas, 26 unidades de saúde fecharão serviços na Cirurgia Geral, caso dos Hospitais Distritais da Póvoa do Varzim, S. João da Madeira, Santo Tirso, Pombal, Tondela, Seia, Ovar, Alcobaça, Elvas, Chaves, Lamego, Mirandela, Águeda, Torres Novas e Tomar, os quais, possuindo Serviço de Urgência Básica (SUB), deixarão de proporcionar aos utentes internamento da especialidade.
Porém a dita Carta ou Estudo, analisou ainda, além da Medicina Interna e da Cirurgia Geral, mais cinco especialidades (como no respeitante à Neurologia, tendo chegado a uma conclusão curiosa que se traduz na ideia de que esta especialidade só deve existir nos Hospitais Centrais e não nos de proximidade), estando assim envolvidos o Centro Hospitalar do S.João, de Gaia/Espinho, de Santo António, Universitário de Coimbra, Tondela/Viseu, Lisboa Norte, Santa Maria, Lisboa Central, S. José, Médio Tejo, Vila Franca de Xira e Lisboa Sul.
Na especialidade de Pediatria com internamento, os autores da encomenda do Sr. Ministro recomendam o encerramento nos Hospitais da Póvoa de Varzim e Distrital de Torres Novas, dizendo mais que esta especialidade deve ser encarada em conjunto com Ginecologia e Obstetrícia e para que tudo fique no melhor dos mundos acabam os partos nos Hospitais de Amarante, Barcelos, Chaves, Lamego, Mirandela, Santo Tirso, Póvoa de Varzim e Oliveira de Azeméis, originando desta completa panóplia de malfeitorias e de insensibilidade social e moral que os utentes passarão a ir para tratamentos de águas ou irão entrar no mundo da marginalidade, no sentido de obterem recursos para pagamento dos seus padecimentos.
Por outro lado, um novo procedimento de concurso público de contratação de médicos para as instituições do SNS, através de empresas privadas prestadoras de serviços, estilo «man power», representa uma ofensa à dignidade e profissionalismo dos médicos, contribuindo também para a destruição das suas carreiras e da qualidade no exercício da profissão, redundando daqui também um claro prejuízo para os utentes. Eis alguns dos critérios inadmissíveis a adotar para a contratação dos clínicos:
- a adjudicação valorizará o mais baixo preço/hora
- não existe qualquer exigência de qualidade nos critérios de adjudicação
- os contratos são válidos por períodos de 12 meses
- o prestador privado pode mudar sucessivamente os profissionais com pré-aviso de 30 dias
- os médicos colocados por essas empresas obrigam-se a efetuar pelo menos 4 consultas/hora
- obrigação de preenchimento de registo de presenças
- não exigência de possuírem especialidade de Medicina Geral e Familiar
Estamos, pois, perante mais um ataque cirurgicamente planeado contra o SNS, atitude que só merecerá dos utentes um inequívoco repúdio e provocará uma onda de grande indignação, levando o MUSS-Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde a apelar às mais variadas iniciativas, principalmente nas regiões afetadas.
02/06/2012
MUSS-Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde
quinta-feira, 10 de maio de 2012
"parcerias" público-privadas na Saúde
"Em virtude do volume de referenciações recebidas, e já não tendo esta Instituição capacidade de resposta dentro do Tempo Médio de Espera, suspende-se até 31-8-2012 a recepção da referenciação para a Especialidade de...
Informa-se que as referenciações rececionadas a partir da presente data serão devolvidas aos respectivos Centros de Saúde."
(extrato de carta da Administração da Misericórdia de Lousada para um ACES do Vale do Sousa)
Ao mesmo tempo...
"O Serviço de Oftalmologia do Centro Hospitalar de São João, apesar de ter uma consulta dedicada ao diagnóstico e tratamento de catarata, tem uma lista de espera curtíssima para esta patologia, razão pela qual se viu obrigado a encerrar uma das salas de operações á tarde durante 4 dias por semana. De acordo com a informação que nos foi prestada existe um número considerável de doentes com cataratas diagnosticadas em consultas de medicina privada e que são referenciados aos Centros de Saúde acompanhados de uma carta do médico oftalmologista com a indicação da Misericórdia onde deverão ser operados, uma prática que induz uma despesa acrescida que poderá ser evitada.
Dado que o Serviço de Oftalmologia do Centro Hospitalar de São João dispôe de uma consulta dedicada á patologia de catarata, e tem uma capacidade cirúrgica instalada que lhe permite operar em produção convencional base estes doentes num máximo de 30 dias, ficam V. Exªs autorizados a referenciar os utentes para referida consulta"
(extracto de carta da ARS Norte para um ACES da região do Vale do Sousa)
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
o mistério do vírus que só ataca portugueses
Podemos, portanto, ficar completamente tranquilos que este aumento de mortalidade não tem nada, mesmo nada que ver com a maior vulnerabilidade das vítimas da fome que assola o país, está menos relacionado ainda com o aumento brutal das tarifas eléctricas e ainda menos com o aumento das taxas moderadoras no sector da Saúde. Toda a gente tem dinheiro para comer, sobra muito para o aquecimento da casa e não falta para ir ao médico e para a farmácia. O vírus apanhou alguns distraídos, é tudo.
O que eu gostava mesmo de saber, escrito preto no branco pelas autoridades sanitárias, é se este vírus tem uma especial preferência por portugueses ou se, pelo contrário, este aumento de mortalidade também se verificou aqui ao lado, em Espanha, e no resto da Europa, muito mais fria. A avaliar pela imprensa estrangeira, que acompanho com alguma atenção, não houve nenhum aumento de mortalidade semelhante. E os meus amigos que vivem em França, Espanha e Alemanha ficaram surpreendidos com a pergunta quando tentei saber se o anormal também andou a fazer das suas por lá.
Pelo sim, pelo não, aconselha-se contenção verbal. Comprovadamente, o assassino não é surdo e ataca assim que ouve falar português. Podem tentar ludibriá-lo comunicando-se em língua estrangeira, mas é um risco. Não sabemos se também detecta sotaques. Há virus que sabem mais do que ao diabo esqueceu.
(em opaisdoburro.blogspot.com)
domingo, 8 de janeiro de 2012
as organizações locais do PCP em luta pela Saúde (III)

A Organização da Freguesia de Lordelo do PCP colocou, hoje, uma faixa junto ao Centro de Saúde, como forma de protesto contra o aumento exorbitante das taxas moderadoras nos serviços de saúde públicos, expressão do pacto de agressão estabelecido pelas troikas nacional (PSD, PS e CDS) e internacional (FMI/BCE/UE).
...O mesmo fez a Comissão Concelhia de Paredes do PCP frente á Unidade de Saúde de Paredes...
...e a Comissão Concelhia de Penafiel do PCP.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
notícias da guerra social (III)
Sexta, 16 Dezembro 2011 10:02
Os cortes que o Governo impôs aos custos com trabalho extraordinário (fixados por despacho numa redução mensal, em média, de 10% comparativamente à despesa feita em período homólogo) levarão, como o PCP havia denunciado, a sérios constrangimentos no SNS, colocando mesmo em causa a universalidade do acesso.
Exemplo disso é o facto de neste momento, no Agrupamento de Centros de Saúde do Tâmega e Sousa, estarem em discussão várias medidas que visam adaptar os serviços de saúde à redução das horas extraordinárias em cerca de 40%, medidas que poderão colocar em causa o funcionamento das consultas de IVG.
Na ACES Tâmega II – Vale do Sousa Sul, o único Centro de Saúde que no Vale do Sousa realiza consultas para IVG contempla deixar de o fazer devido à esta limitação ao trabalho extraordinário.Esta situação, a concretizar-se, colocará em causa o direito da população daquela região aceder a este serviço, uma vez que o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa não tem capacidade de resposta a universo tão significativo.
A DORP do PCP denuncia o risco que existe de, por via dos cortes orçamentais impostos pela política de direita e a submissão ao Pacto de Agressão assinado com a troika, não assegurar o acesso de todos ao Serviço Nacional de Saúde e reclama uma inversão de políticas que garanta a universalidade do acesso à Saúde, exigindo para tal que se reforce o quadro de pessoal (médicos, enfermeiros, terapeutas e auxiliares).
Esta é uma situação que a DORP do PCP irá continuar a acompanhar, uma vez não ser admissível que por força de limitações orçamentais, se retirem as condições necessárias à implementação da Lei que levou à despenalização da IVG.~
O Grupo Parlamentar do PCP irá, ainda hoje, solicitar esclarecimentos ao Ministro da Saúde sobre a matéria.
Porto, 15 de Dezembro de 2011
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Sobre a grave situação da FALTA DE MÉDICOS DE FAMÍLIA no distrito do Porto

Multiplicam-se e agravam-se os problemas no distrito do Porto no acesso aos Cuidados de Saúde Primários.Segundo dados oficiais, no distrito do Porto, existem cerca de 200 mil inscritos nos centros de saúde sem médico de família. A estes somam-se muitos milhares que não estão inscritos em qualquer centro de saúde.Esta grave realidade, tendo expressões diferentes de concelho para concelho, fica bem expressa nos 37.500 utentes inscritos sem médico de família no concelho do Porto, ou nos 22 mil de Gaia nesta mesma situação.Contudo, é no interior do distrito onde os problemas mais se fazem sentir, conforme expressam os dados do quadro acima.quinta-feira, 23 de junho de 2011
SERVIÇO PÚBLICO - A TUBERCULOSE
Em Portugal, assiste-se a uma redução acentuada do nível endémico da tuberculose, directamente associada à melhoria dos índices de desempenho do Plano Nacional de Luta Contra a Tuberculose (PNT), com uma evidente redução da prevalência da resistência aos antibióticos específicos.
Contudo, a situação é menos favorável nas grandes áreas urbanas de Lisboa, Porto e Setúbal, onde se concentra a maior parte dos casos registados no país e onde o ritmo de declínio é mais lento. Nestas áreas, incidem com particular intensidade os mais determinantes factores de risco, com consequente impacto negativo no sucesso terapêutico e no aumento da resistência aos fármacos.
O que é a tuberculose?
A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio chamado “bacilo de Koch”. É uma doença contagiosa, que se transmite de pessoa para pessoa e que atinge sobretudo os pulmões. Pode também atingir outros órgãos e outras partes do nosso corpo, como os gânglios, os rins, os ossos, os intestinos e as meninges.
Quais são os sintomas mais evidentes?
- Tosse crónica;
- Febre;
- Existência e persistência de suores nocturnos (dos que ensopam o lençol);
- Dores no tórax;
- Perda de peso, lenta e progressiva;
- Falta de apetite, anorexia, apatia completa para com quase tudo o que está à volta.
Na área do ACES Tâmega II Vale do Sousa Sul a taxa de incidência da Tuberculose está a aumentar com mais novos casos nas freguesias de Penafiel de Boelhe, Duas Igrejas, Eja, Rio de Moinhos e em Paredes, na freguesia de Vilela. São sobretudo homens, de profissão pedreiro e com silicose.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
4.º Fórum Nacional da Diabetes
13 de Novembro 9h30 Parque de Exposições de Aveiro
A Unidade de Saúde Familiar S. Martinho em Penafiel vai participar, este ano, no 4º Fórum Nacional da Diabetes que se realizará em Aveiro, no próximo dia 13 de Novembro, no Parque de Exposições de Aveiro.
No âmbito desta actividade, a USF levará um grupo de utentes diabéticos oriundos das várias freguesias do concelho de Penafiel a participar no Fórum com o intuito de os sensibilizar para a Diabetes e suas implicações, através da partilha de vivências e exposição de preocupações comuns.
Durante o Fórum, para além da discussão de temas práticos como “Na cozinha com a Diabetes” com o chefe Hélio Loureiro, “Andar com a Diabetes” e um programa de actividade física, terá também lugar um Plenário das Associações de Diabéticos presentes.
sábado, 25 de setembro de 2010
E DEPOIS DIZEM QUE NÃO HÁ DINHEIRO PARA O ESTADO SOCIAL…
ao Entroncamento para inaugurar a entrada em funcionamento da Unidade de
Saúde Familiar “Locomotiva” instalada provisoriamente em contentores
alugados, enquanto decorrem as obras de ampliação do Centro de Saúde.
Apesar disto, o governante foi convidado a descerrar a placa inaugural
que mais tarde será retirada. Mas se tivermos em conta que o aluguer
dos contentores durante dois anos custou aos cofres do Estado 480 mil
euros, metade do valor da obra de ampliação, pode-se afirmar
que o Secretário de Estado veio ao Entroncamento inaugurar uns ricos
contentores.
(in O Mirante, 23.9.2010)

