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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Posição conjunta do PS e do PCP sobre solução política


 O Partido Socialista (PS) e o Partido Comunista Português (PCP) assumem a seguinte posição sobre a solução política no quadro da nova realidade institucional da XIII legislatura decorrente das eleições de 4 de Outubro.

1.     
As eleições de 4 de Outubro traduziram uma clara derrota da coligação PSD/CDS. PSD/CDS perderam as condições e legitimidade política de prosseguir a sua governação. Em Outubro não foi apenas o governo PSD/CDS que foi condenado mas também a sua política.
As eleições ditaram uma nova composição da Assembleia da República para a presente legislatura que corresponde a uma substancial alteração da correlação de forças. Esta nova realidade e a vontade de mudança expressa pelo povo português colocam a exigência e a responsabilidade de assegurar a interrupção do rumo prosseguido pelo anterior governo.
É esta responsabilidade que se impõe concretizar: a de procurar uma política que dê resposta a problemas mais urgentes dos portugueses, do emprego, dos salários e rendimentos, das pensões e prestações sociais, dos direitos, das funções sociais do Estado e dos serviços públicos nomeadamente a saúde, a educação, a segurança social e a cultura.

2.
Foi esse o objectivo que PS e PCP procuraram ao longo de uma esforçada abordagem mútua para identificar matérias, medidas e soluções que possam traduzir um indispensável sinal de mudança.
Uma abordagem séria em que se reconheceram a natureza distinta dos programas dos dois partidos e as diferenças de pressupostos com que observam e enquadram aspectos estruturantes da situação do País. Mas também, e sobretudo, um trabalho e uma avaliação que confirmaram existir um conjunto de questões que podem assegurar uma resposta pronta a legítimas aspirações do povo português de verem recuperados os seus rendimentos, devolvidos os seus direitos, asseguradas melhores condições de vida. Foram os pontos de convergência e não os de divergência que ambos os partidos optaram por valorizar.

3.
Entre outros, PS e PCP identificam como aspectos em que é possível convergir, independentemente do alcance programático diverso de cada partido, com vista a soluções de política inadiáveis:
O descongelamento das pensões; a reposição dos feriados retirados; um combate decidido à precariedade, incluindo aos falsos recibos verdes, ao recurso abusivo a estágios e ao uso de contratos emprego/inserção para substituição de trabalhadores; a revisão da base de cálculo das contribuições pagas pelos trabalhadores a recibo verde; o fim do regime de requalificação/mobilidade especial; o cumprimento do direito à negociação colectiva na Administração Pública; a reposição integral dos complementos de reforma dos trabalhadores do sector empresarial do estado; a redução para 13% do IVA da restauração; a introdução da cláusula de salvaguarda no IMI; a garantia de protecção da casa de morada de família face a execuções fiscais e penhoras; o alargamento do estímulo fiscal às PME em sede de IRC; a reavaliação das reduções e isenções da TSU; o reforço da capacidade do SNS pela dotação dos recursos humanos, técnicos e financeiros adequados, incluindo a concretização do objectivo de assegurar a todos os utentes médicos e enfermeiros de família; a revogação da recente alteração à Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez; a garantia, até 2019, do acesso ao ensino pré-escolar a todas as crianças a partir dos três anos; o reforço da Acção Social Escolar directa e indirecta; a vínculação dos trabalhadores docentes e não docentes das escolas; a redução do número de alunos por turma; a progressiva gratuitidade dos manuais escolares do ensino obrigatório; a promoção da integração dos investigadores doutorados em laboratórios e outros organismos públicos e substituição progressiva da atribuição de bolsas pós-doutoramento por contratos de investigador; a reversão dos processos e concessão/privatização das empresas de transportes terrestres; a não admissão de qualquer novo processo de privatização.
PS e PCP registam ainda a identificação de outras matérias em que, apesar de não se ter verificado acordo quanto às condições para a sua concretização, se regista uma convergência quanto ao enunciado dos objectivos a alcançar. Estão neste âmbito: a reposição dos salários dos trabalhadores da Administração Pública em 2016; a reposição do horário de trabalho de 35 horas na Administração Pública, bem como a eliminação de restrições de contratação na Administração Pública central, regional e local; a eliminação da sobretaxa do IRS; o aumento de escalões e a progressividade do IRS; a eliminação do obstáculo que as taxas moderadoras constituem no acesso ao SNS e a reposição do direitos ao transporte de doentes não urgentes de acordo com as condições clínicas e económicas dos utentes do SNS: o alargamento do acesso e montantes das prestações de protecção social e apoio social, o reforço e diversificação das fontes de financiamento da Segurança Social.

4.
O PS e o PCP reconhecem as maiores exigências de identificação política que um acordo sobre um governo e um programa de governo colocava. No entanto PS e PCP reconhecem no quadro do grau de convergência que foi possível alcançar que estão criadas as condições para:

i)             pôr fim a um ciclo de degradação económica e social que a continuação de um governo PSD/CDS prolongaria. Com esse objectivo rejeitarão qualquer solução que proponha um governo PSD/CDS como derrotarão qualquer iniciativa que vise impedir a solução governativa alternativa;
ii)            existir uma base institucional bastante para que o PS possa formar governo, apresentar o seu programa de governo, entrar em funções e adoptar uma política que assegure uma solução duradoura na perspectiva da legislatura;
iii)          na base da nova correlação institucional existente na AR adoptar medidas que respondam a aspirações e direitos do povo português.

Neste sentido PS e PCP afirmam a disposição recíproca de:

i)        encetarem o exame comum quanto à expressão que as matérias convergentes identificadas devem ter nos Orçamentos do Estado, na generalidade e na especialidade, no sentido de não desperdiçar a oportunidade de esses instrumentos corresponderem à indispensável devolução de salários, pensões e direitos; à inadiável inversão da degradação das condições de vida do povo português bem como das funções sociais com a garantia de provisões pelo Estado de serviços públicos universais e de qualidade; e à inversão do caminho de declínio, injustiças, exploração e empobrecimento presente e acentuado nos últimos anos;

ii)            examinarem as medidas e soluções que podem, fora do âmbito do Orçamento do Estado, ter concretização mais imediata;


iii)      examinarem, em reuniões bilaterais que venham comummente a serem consideradas necessárias, outras matérias, cuja complexidade o exija ou relacionadas com:

              a) legislação com impacto orçamental;
             
              b) moções de censura ao Governo;

             c) iniciativas legislativas oriundas de outros grupos parlamentares;

           d) iniciativas legislativas que, não tendo impacto orçamental, constituam aspectos fundamentais da governação e funcionamento da Assembleia da República.

A opção por uma posição bilateral entre PS e PCP não limita outras soluções que PS e PCP entendam como convenientes estabelecer com o Bloco de Esquerda e o Partido Ecologista os “Verdes”.

 5.
 Com integral respeito pela independência política de cada um dos partidos e não escondendo do povo português diferenças quanto a aspectos estruturantes da visão de cada partido quanto a opções de política que os respectivos programas evidenciam, os partidos subscritores do texto que hoje tornam público confirmam com clareza bastante a sua disposição e determinação em impedir que PSD e CDS prossigam a política que agora expressivamente o País condenou e assumir um rumo para o país que garanta:

a) Virar a página das políticas que traduziram a estratégia de empobrecimento seguida por PSD e CDS;
b) Defender as funções sociais do Estado e os serviços públicos, na segurança social, na educação e na saúde, promovendo um combate sério à pobreza e às desigualdades sociais e económicas;
 c) Conduzir uma nova estratégia económica assente no crescimento e no emprego, no aumento do rendimento das famílias e na criação de condições para o investimento público e privado;
 d) Promover um novo modelo de progresso e desenvolvimento para Portugal, que aposte na valorização dos salários e na luta contra a precariedade, relance o investimento na educação, na cultura e na ciência, e devolva à sociedade portuguesa a confiança e a esperança no futuro.
e) Valorizar a participação dos cidadãos, a descentralização politica e as autonomias insulares.


Lisboa, 10 de Novembro de 2015

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

a história qe não esquecemos


São amplos os afectos, as cumplicidades, as relações de proximidade. O que os divide REALMENTE é a panícula adiposa abdominal. Quanto ao resto, amigos, camaradas, compadres. Eis a Concertação Social na sua face mais ternurenta...Como queres o salário mínimo, pergunta um. Responde o outro: no mínimo! Como nos compreendemos!!!

CR

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

humor


óh, meus amigos. Não havia "nexessidade"! O "striptease" gráfico do PS envergonha o preso 44 de Évora.

CR

Nova polémica com os cartazes de campanha do Partido Socialista às eleições legislativas.
Segundo avança o Observador, um dos rostos das histórias sobre desemprego que surgem nos mais recentes cartazes do PS pertence a uma jovem mulher que não só não estava desempregada como não deu autorização para que o seu retrato fosse utilizado em materiais de campanha.
Agora, Maria João Pinto, antiga colaboradora da junta de freguesia de Arroios, Lisboa (liderada pelo PS), exige que o partido retire os cartazes e admite processar os socialistas.
“Eu não estou desempregada desde 2012. Não me podem envolver desta maneira. Aqueles dados são mentira”, diz ao jornal online. “Estou revoltadíssima”, acrescenta.
Os outros dois rostos da série de cartazes, afirma o jornal, também colaboram com a Junta de Arroios.
Ao site, o PS diz que as pessoas “aceitaram figurar nos cartazes” e admite que os testemunhos de desemprego não são reais, mas sim “representações”.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

humor


ora bolas! já todos ansiavamos pelo "striptease" gráfico do PS". ATRÁS DO SOL RADIOSO, O QUE VIRIA?

domingo, 22 de março de 2015

a cuspidela da serpente

A Câmara Municipal de Santa Comba Dão, de presidência PS, insiste em materializar um polo de saudosismo fascista e de revivalismo do regime ilegal e opressor derrubado pelo 25 de abril de 1974.

Pretende-se criar na casa onde viveu o ditador fascista um Museu salazar ou do Estado Novo ou mesmo um Centro Interpretativo, e para isso até se apregoa a candidatura de fundos comunitários.

Qual é o espólio do futuro Museu? a sua Cama? o pincel de barba?

 Esta e outras questões, que são denúncias oportunas, foram colocadas em documento da URAP (União Resistentes e Antifascistas Portugueses)

terça-feira, 3 de março de 2015

ASSIM VAI PORTUGAL

 Passos Coelho não tinha consciência que tinha dívidas à Segurança Social, o Dr. Salgado não tinha consciência da situação do BES, o Dr. Zeinal Bava não tinha consciência do investimento da PT no Rio Forte, o Dr. Dias Loureiro não tinha consciência do que se passava no BPN, tal com os Drs. Cavaco, Oliveira e Costa e Rui Machete a quem faltou também essa consciência, Dr. Rendeiro desconhecia o que se passava no BPP, o Dr. Jardim não tinha consciência de ser Gestor do BCP, o Dr. Isaltino Morais desconhecia que o primo depositava dinheiro na sua conta na Suíça, o Engenheiro Sócrates desconhecia que a vida em Paris era tão cara que se viu obrigado a pedir dinheiro emprestado! E ex. inspetores da judiciária fazem assaltos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Felgueiras... Brasil...

A jornalista locutora Sandra Felgueiras insistia num encontro com comentadores -convidados de forma ostensiva que o ex-presidente do Brasil Lula da Silva não estava ainda preso!

Sorri. E apeteceu-me dar uma gargalhada com uma associação que fiz: Felgueiras....Brasil... Felgueiras... Brasil...

E ouvindo o advogado de Braga Artur Marques, um seu convidado, a defender a "inocência" de Sócrates, essa "vitima" do "PREVERSO" sistema judicial português, relembrei a associação;  Brasil... Felgueiras... Brasil... Felgueiras...

Afinal isto está tudo ligado!

CR

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A cordialidade entre os “deferentes”


Alguns assinalam a custo algumas diferenças. Eu assinalo as evidentes “deferências”. Desde logo, para com as políticas dos últimos quase 40 anos. Desde logo, com os protagonistas dessas políticas. Desde logo, com a integração europeia e a criação do Euro. Desde logo com o desmantelamento das políticas públicas na saúde, na educação, no trabalho e no emprego. Desde logo, com a destruição do sector empresarial do Estado e com as privatizações. Desde logo, com a subordinação ao capital estrangeiro e ao imperialismo.

De frente ou simulando um arrufo, mais verbo, mais engano, serão sempre e consistentemente deferentes.


CR

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A “mesmidade” política

Não tendo aproveitado a oportunidade de ver os debates António Costa /António José Seguro, vejo-me forçado a concluir que independentemente de evoluções futuras , já sabemos que  o António vai ganhar.  Incorporamos o "melhor" de Costa e o "melhor" de Seguro, rejeitamos as suas diferenças  e ficamos com uma entidade consensual: a “mesmidade” política do(s) António (s). Ou será a mediocridade do(s) António (s)?

CR

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

IGUAIS E...MENOS IGUAIS

O Presidente do Governo dos Açores Vasco Cordeiro anunciou este fim-de-semana último que o seu executivo vai disponibilizar consultas anuais, com base num regime de convenção, a todos os açorianos sem Médico de Família.

“O Governo dos Açores está a trabalhar na criação de condições para que sejam disponibilizadas consultas anuais, num regime de convenção a estabelecer com as unidades de Saúde, a todos os açorianos que ainda não têm Medico de Família”, declarou Vasco Cordeiro.

Não sabemos quantos são os açorianos sem Médico de Família. Sabemos, sim, que a sua situação não está conforme com a igualdade de direitos garantida pela Constituição da República Portuguesa. Não existindo consultas específicas para utentes sem Médico de Família na Região dos Açores, as chamadas consulta de “recurso”, importaria que o Governo Regional apresentasse um plano de reforço dos quadros médicos regionais, com incentivos ou alternativas assistenciais subsidiadas pelo Governo Regional.

Mas Vasco Cordeiro tapa o sol com uma peneira inventando uma consulta anual convencionada para os não cobertos por MF. Suprema ironia para um governo dito socialista. A insularidade transporta algumas curiosas perversidades. Somos todos iguais mas há uns poucos menos iguais.


CR  

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

se foi assim ou não, não sei

 
 
mas que a leitura politica do caso não pode deixar de ser feita, lá isso não!
 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

O PS NO SEU "MELHOR"

Canal Q - PROGRAMA TV -SEM MODERAÇÃO- hoje 
Debate entre Daniel Oliveira, Francisco Mendes da Silva e João Galamba

Prova para professores contratados

Para além de uma inenarrável diatribe do tal Mendes da Silva, aparentemente o moderador, há uma frase do Deputado PS Galamba -
" O COMPORTAMENTO DOS SINDICATOS DOS PROFESSORES AO LONGO DOS ANOS TEM SIDO UMA VERGONHA PARA A CLASSE DOCENTE EM PORTUGAL..."

Duas perguntas:

Alguém me explique como é possível a chamada " unidade de todas as esquerdas", incluindo nela o PS?

Se este é um deputado da "facção esquerda" do PS, como serão os de "direita"?

domingo, 1 de junho de 2014

NO REINO DOS GALAMBAS

O dirigente socialista António Galamba acusou hoje o deputado do PS João Galamba de fazer intriga junto da comunicação social ao acusar António José Seguro de "manobras dilatórias", advertindo-o que "não perde pela demora". De acordo com António Galamba, durante a reunião da Comissão Nacional do PS, João Galamba "não teve coragem de dizer o que disse à imprensa” e, "como habitualmente, limitou-se a fazer intriga".

António Galamba fez ainda questão de salientar que o deputado João Galamba tem pouco tempo como militante do PS, desconhecendo o percurso político do seu líder.

"É preciso desplante chegar há pouco tempo ao PS e querer acusar de falta de coragem quem tem anos de combate político pelo PS", acusou o membro do Secretariado Nacional.
João Galamba, apoiante da candidatura de António Costa, diz que Seguro tem medo dos militantes.

O deputado socialista João Galamba acusou hoje a direção de António José Seguro de travar com "manobras dilatórias" o desafio para a realização de eleições diretas para o cargo de secretário-geral e um congresso extraordinário do PS.

João Galamba, apoiante da candidatura do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, falava aos jornalistas a meio da reunião da Comissão Nacional do PS, depois de interrogado sobre a proposta do secretário-geral, António José Seguro, a favor da realização de eleições primárias abertas a simpatizantes.

"Chegámos a esta Comissão Nacional do PS com uma proposta clara para resolver um problema do partido e que é sentido pela grande maioria do povo português, mas esta direção [de António José Seguro] recusou-a", disse João Galamba, numa alusão à intenção de António Costa se candidatar à liderança e de se realizar um congresso extraordinário.
Para João Galamba, "parece que o secretário-geral e a sua direção do PS têm medo dos militantes e inventaram agora uma manobra dilatória para ganhar tempo". 

"O que os militantes do PS exigem é que se resolva esta situação o mais rapidamente possível. Alguém que não tem medo dos militantes aceita o repto lançado. Esta conversa em torno das eleições primárias, com as quais nós concordamos, não pode servir para arrastar o atual impasse por mais seis meses", acrescentou.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O PS, ESSE MODELO DE COERÊNCIA


Há um mês, em 2014...e já em 2011

PROGRAMA ELEITORAL 2014
«Todos hoje estamos bem conscientes de que a Europa nos protege da crise» José Sócrates na apresentação de Vital Moreira (21/03/2009)

«Creio que neste momento não devemos falar da renegociação da dívida, devemos antes falar da necessidade de cumprirmos integralmente aquilo que nos propusemos concretizar.»
Entrevista de Francisco Assis ao Jornal do PS - Acção Socialista - Junho de 2011

«Temos de ter um compromisso quanto à política de austeridade»
Entrevista de Francisco Assis ao Expresso, 22 Março 2014

«Eu não fico nada satisfeito, pelo contrário, profundamente preocupado, quando vejo o 1º ministro a ser sistematicamente apupado, porque acho isso mau.»
Francisco Assis em entrevista a RR, 19 Fevereiro 2013

«Sou acusado de preferir entendimentos à direita. Eu não prefiro entendimentos à direita, não é uma questão de preferir, é uma constatação da realidade, apesar de tudo, nalgumas questões essenciais, tem sido até aqui mais exequível fazer alguns entendimentos com o PSD. Por exemplo, nas políticas europeias, nas políticas económicas»
Francisco Assis à Antena 1, 10 de Outubro 2014


«A posição do governo e do Partido Socialista tem que ser uma posição de disponibilidade permanente para a promoção de entendimentos com outras forças partidárias e muito em particular com o PSD»
Entrevista de Francisco Assis na Antena 1, 4 de Março 2011

«Pode ser necessário (um governo de Bloco Centra), não o descarto.»
Entrevista de Ana Gomes ao SOL (28/03/2014)

O PEC (IV) é o ponto de partida para as negociações com o FMI»
Francisco Assis em entrevista a TSF (8 de Abril 2011)

«Não há década perdida nenhuma, houve áreas em que o país se robusteceu»
Francisco Assis na SIC (20 Fevereiro 2014)


domingo, 18 de maio de 2014

FOTOGRAFIA EXEMPLAR (E ALGO ...ANAFADA)


Foram muitos anos a criar uma farsa: uma organização dita renovadora e comunista. O senhor de pé, atentamente ouvido pelo Tozé Seguro, é Paulo Fidalgo, um pretenso ideólogo das politicas "renovadoras", especialista em destruir tudo o que constitui património da esquerda comunista. A apresentação a que se refere a fotografia é um acto menor da politica de submissão á social-democracia, em que o anafado Fidalgo, conjuntamente com o anafado Brito e o igualmente anafado Cipriano, perante o anaf... Assis, se deliciaram a mostrar um "propósito convergente" .

domingo, 20 de abril de 2014

O PS foi buscar lã e saiu tosquiado ...





Acerca da promiscuidade e incompatibilidades entre o poder politico e interesses económicos, a memória parlamentar de José Magalhães e o discurso certeiro do líder parlamentar do PCP João Oliveira

domingo, 9 de março de 2014

os pequenos que queriam ser grandes

Depois de Vitorino e do Amado, a vez de Gama:

Jaime Gama, ex-Presidente da Assembleia da República, vai ser nomeado Presidente do Conselho de Administração do BES Açores. O PS mantem a sua vocação "bancária". E vê-se também a sua aposta numa "saída limpa". Limpinha...

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

os pequenos que gostavam de ser grandes




Podiamos falar da INDIGNAÇÃO perante a privatização dos CTT, de iniciativa do Governo Socialista de Sócrates e concretizada pelo Governo de Coelho /Portas/ Cavaco.

Podiamos falar da entrega ESCANDALOSA á Goldman Sachs do serviço de correios, sector rentável da economia e serviço público de qualidade.

Podiamos falar do discurso HIPÓCRITA do PS, agora CONTRA num processo que desencadeou.
Podiamos falar da moral e da ética politica de um comentador politico sempre navegando na crista da onda.
Podiamos falar de competências especificas de gestão do pequeno Vitorino, personalidade medíocre promovida ao estrelato, indevidamente.
Podiamos falar... mas o que verdadeiramente interessa é dizer que a oligarquia que nos dirige se apoderou do Estado, dos seus interesses nacionais, da sua capacidade de exercício da soberania, para encher os seus muito privados bolsos e as suas muito "socialistas" clientelas. SERÁ CRIME? Não sei. IMORAL, certamente.

CR