um blogue pessoal com razões e emoções á esquerda
UM BLOGUE PESSOAL COM RAZÕES E EMOÇÕES À ESQUERDA
domingo, 25 de novembro de 2018
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
dei por mim
Na sequência de tão recentes e significativos
acontecimentos como o foram a derrocada da estrada nas pedreiras de Borba e a
intervenção policial contra a greve dos portuários de Setúbal, dei por mim a
pensar: Que País é este que trata assim quem trabalha e permanece alheado da
incúria, do desleixo e da irresponsabilidade? Que Democracia é esta que não
respeita regras, Leis e princípios, e age no essencial sempre ao serviço das
classes dominantes? Que Governo é este que diz uma coisa e faz outra e nunca
rompe com os interesses instalados? Que
Justiça é esta que actua selectivamente e com delongas, embrenhada em
particularismos e superficialidades? Que Administração é esta que não
fiscaliza, não previne, não intervém com oportunidade e eficácia?
BASTA! Demitam, envergonhem, responsabilizem,
criminalizem, façam qualquer coisa! UM OUTRO 25 DE ABRIL É PRECISO!
CR
sábado, 17 de novembro de 2018
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
informação útil
Novos especialistas reforçam resposta a população de 520 mil
utentes
O Centro Hospitalar do Tâmega e
Sousa (CHTS) organizou na manhã do dia 5 de Novembro de 2018 uma sessão de
acolhimento a 19 novos médicos especialistas que vão reforçar a capacidade
assistencial do Centro Hospitalar à população de 520.000 utentes, distribuídos por
12 concelhos de 4 distritos. Os novos médicos iniciam funções nas
especialidades de:
- Otorrinolaringologia
- Medicina Interna
-Anestesiologia
-Cardiologia
-Endocrinologia
- Ortopedia
- Pneumologia
- Psiquiatria
- Cirurgia Geral
- Pediatria
- Infeciologia
- Ginecologia /Obstetrícia
Carlos Alberto, presidente do
Conselho de Administração do CHTS, salientou que ”apesar de ainda continuarmos
carenciados em várias especialidades, importa referir o esforço que a tutela
tem feito em reconhecer a importância do CHTS no plano nacional, promovendo a
abertura de vagas de novos médicos em número superior ao habitual”. Com a
entrada dos novos especialistas espera-se um aumento na capacidade de resposta
nas urgências e o combate às listas de espera de consulta de especialidade e de
cirurgia, acrescentou o responsável.
Não se deve valorizar
excessivamente, com uma qualquer manifestação oficial de regozijo, esta chegada
de jovens especialistas hospitalares. Muitos outros partem, muitos outros se
reformam e vejo muita experiência perdida, muito compromisso não substituído. O
CHTS não atravessa a meu ver, atentas as possibilidades, um período positivo. E
não vejo capacidade de regeneração. Assisto a manifestações de sobranceria de
alguns dos seus profissionais, alheados ao sentimento e sofrimento dos seus
utentes, vitimas dos computadores, das sobrecargas de acesso e da
desorganização interna. Há serviços (?) a funcionar precariamente,
limitadamente e parcialmente. OS 520.000 utentes recorrem ao seu Hospital
Público quando necessário… e quando não têm alternativas, também!
CR
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
Sepultura em passeio no Cemitério Municipal Vila Verde
UMA ORIGINALIDADE
O cemitério de Vila Verde está lotado. Não foi previsto nenhum alargamento. E o inesperado aconteceu: morreu algo imprudentemente um cidadão. Reuniram~se de urgência os autarcas. Nada mais criativo do que ocupar o terreno "devoluto" no passeio calcetado no interior do cemitério. E diz-se-se aos interessados que de forma provisória. O povo é sereno, sereno ficou. E a Maria da Fonte pertence ao passado. Espera-se o resultado de negociações com os proprietários dos terrenos anexos. Fugindo das "expropriações". Um dia destes, morrerá uma figura mais ou menos ilustre da terra. E ENTÃO JUSTIFICAR-SE-Á A OBRA.
CR
terça-feira, 13 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
FRAGMENTOS DA HISTÓRIA
Em 22 de Fevereiro de
2003 os deputados da CDU na Assembleia Municipal de Paredes Juvilte Madureira e
Álvaro Pinto apresentaram na sessão dessa Assembleia uma Moção de oposição e
protesto contra a guerra em preparação, que culminaria com a invasão do Iraque.
Relembro a Moção:
Assistimos
à iminência de uma guerra de agressão dos Estados Unidos contra o Iraque com
gravíssimas consequências para os martirizados povos iraquiano e palestiniano e
para os povos de todo o mundo. Importa
intensificar a luta para impedir o seu desencadeamento e defender a paz.
É
sabido que a Administração Bush tem como verdadeiros objectivos que pretende
alcançar com esta psicose militarista e com a escalada agressiva a pilhagem e
controle de importantes reservas petrolíferas, o domínio de uma região com
enorme importância estratégica, a hegemonia nas relações internacionais, um
escape para a crise económica e financeira dos Estados Unidos.
É
nesse sentido que a guerra dita preventiva é ilegítima, imoral, ilegal e
injusta.
O
nosso País não pode ser envolvido no plano político ou logístico nesse esforço
de guerra, tal como pensa a esmagadora maioria dos portugueses.
Não
será em nome da humanidade que países serão invadidos, civis serão
bombardeados, mais crianças serão mortas, deixando que a história se escreva
sobre as tumbas de desconhecidos. Não serão as nossas bocas as que pelo medo se
calarão.
A
Assembleia Municipal de Paredes… acompanha o vasto movimento de oposição e
protesto popular em todo o mundo contra a guerra em preparação. Expressa deste
modo o mesmo sentimento que mobilizou milhões de cidadãos em todo o mundo no
dia 15 de Fevereiro, Afirma esta Assembleia de forma inequívoca: Paremos a guerra antes que comece!
A Moção foi rejeitada
por PS e PSD. O PS através de Carlos Gonçalves reafirmou a “confianças nas
instituições” (que apoiaram a invasão) e o PSD através de Pereira Leite afirmava
que a “paz não pode ser conseguida com atitudes dúbias” (e portanto apoiava a
invasão).
Conhecem-se hoje as consequências
da aventura de Bush, Blair, Aznar e Barroso. Também localmente houve cúmplices.
E gente bem avisada.
A 4 de Abril a JS
promoveu um útil debate com as forças políticas do Concelho sobre o tema. O PS evoluíra
entretanto e através de José Sá manifestava-se ampla e fundamentadamente
crítico da invasão. A direita permanecia enredada no seguidismo norte-americano.
As mortes e a destruição estavam no
início.
CR
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
domingo, 4 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
cadeira de sonho tropical
Marques Mendes entra para lugar que era de António Vitorino
AbrilAbril
31 DE OUTUBRO DE 2018
A Caixa não voltou só aos lucros, mas também ao velho hábito de servir de refúgio dourado a ex-governantes do bloco central: Marques Mendes substitui António Vitorino na CGD Angola.
O comentador, ex-ministro e ex-ministro do PSD foi indicado pela administração do banco público, liderada pelo também ex-ministro do PSD Paulo Macedo, para a presidência da assembleia-geral do banco CGD Angola. Vai substituir um ex-ministro do PS, António Vitorino, que assumiu recentemente o cargo de director-geral da Organização Internacional das Migrações.
O nome de Marques Mendes já foi aprovado pelos restantes accionistas do banco que é detido maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos. Na apresentação da escolha, Paulo Macedo destacou a importância de Marques Mendes integrar a Abreu Advogados, um dos principais escritórios orientados para os negócios. A Abreu tem presença em Angola em parceria com a FBL, uma das principais sociedades de advocacia angolanas.
Para além do comentário dominical na SIC e de ser consultor da Abreu, Marques Mendes é também conselheiro de Estado (nomeado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa) e tem várias ligações a empresas, nomeadamente do sector energético.
A promiscuidade entre o poder político e os cargos de topo na Caixa Geral de Depósitos tem uma história antiga. Desde o final da década de 1980 que a presidência e os lugares no conselho de administração do banco público têm sido partilhados entre o PS e o PSD. Recentemente, juntaram-se-lhe figuras de destaque do CDS-PP, como a ex-ministra Celeste Cardona.
A actual administração é exemplar nesse sentido. A assembleia-geral é liderada pelo ex-dirigente do PSD Paulo Mota Pinto, o conselho fiscal pelo ex-ministro do PS Guilherme de Oliveira Martins, o conselho de administração pelo também ex-ministro do PS Rui Vilar e a comissão executiva por Paulo Macedo.
Nota: A cadeira oferecida por Paredes a Marques Mendes era demasiado exuberante para tão limitada personalidade. E não lhe era fácil atingir o plano das coisas terrenas. Daí a mudança para uma cadeira de sonho TROPICAL
CR
AbrilAbril
31 DE OUTUBRO DE 2018
A Caixa não voltou só aos lucros, mas também ao velho hábito de servir de refúgio dourado a ex-governantes do bloco central: Marques Mendes substitui António Vitorino na CGD Angola.
O comentador, ex-ministro e ex-ministro do PSD foi indicado pela administração do banco público, liderada pelo também ex-ministro do PSD Paulo Macedo, para a presidência da assembleia-geral do banco CGD Angola. Vai substituir um ex-ministro do PS, António Vitorino, que assumiu recentemente o cargo de director-geral da Organização Internacional das Migrações.
O nome de Marques Mendes já foi aprovado pelos restantes accionistas do banco que é detido maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos. Na apresentação da escolha, Paulo Macedo destacou a importância de Marques Mendes integrar a Abreu Advogados, um dos principais escritórios orientados para os negócios. A Abreu tem presença em Angola em parceria com a FBL, uma das principais sociedades de advocacia angolanas.
Para além do comentário dominical na SIC e de ser consultor da Abreu, Marques Mendes é também conselheiro de Estado (nomeado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa) e tem várias ligações a empresas, nomeadamente do sector energético.
A promiscuidade entre o poder político e os cargos de topo na Caixa Geral de Depósitos tem uma história antiga. Desde o final da década de 1980 que a presidência e os lugares no conselho de administração do banco público têm sido partilhados entre o PS e o PSD. Recentemente, juntaram-se-lhe figuras de destaque do CDS-PP, como a ex-ministra Celeste Cardona.
A actual administração é exemplar nesse sentido. A assembleia-geral é liderada pelo ex-dirigente do PSD Paulo Mota Pinto, o conselho fiscal pelo ex-ministro do PS Guilherme de Oliveira Martins, o conselho de administração pelo também ex-ministro do PS Rui Vilar e a comissão executiva por Paulo Macedo.
Nota: A cadeira oferecida por Paredes a Marques Mendes era demasiado exuberante para tão limitada personalidade. E não lhe era fácil atingir o plano das coisas terrenas. Daí a mudança para uma cadeira de sonho TROPICAL
CR
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