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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Tesourinho Deprimente - Paulo Portas e Marcelo o Filho do Diabo





Humor sério. Um mentiroso a falar de outro mentiroso, um encenador de factos a denegrir a concorrência, a história da "vichyssoise"... um "medley" da politica da "direita" lusitana

CR

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

genuína


Com esta não se torna necessário fazer a prova do algodão, ela própria faz questão de o demonstrar.
(em salvoconduto.blogs.sapo.pt)

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

a caça ás bruxas

O Professor António Hespanha foi dispensado pela Universidade Autónoma de Lisboa por causa de críticas que terá formulado no programa "Prós e Contras" da RTP1 à falta de investimento no ensino superior privado, anunciou o próprio no seu blogue.
"As justificações apresentadas são fantasiosas e vazias, pelo que é seguro que há outras, porventura relacionadas com uma brevíssima crítica que formulei, num "Prós e Contras" em que se comparava a qualidade dos setores público e privado", escreve António Hespanha.
"A propósito, referi a falta de uma política de investimento científico e académico do ensino superior privado em geral (nem sequer referi a UAL) e a consequente dependência em que isso o coloca perante o ensino público. Esta opinião é, de resto, favorável à real autonomia e a um desenvolvimento correto e sustentado das universidades privadas, como hoje está patente, pela positiva - veja-se o caso da Universidade Católica - e pela negativa".


Nesse 25 de junho de 2012 no programa "Prós e Contras" de Fátima Campos Pereira, António Hespanha, Historiador e Especialista de Direito, esmagou "intelectualmente" uma tal Maria do Carmo Marques Pinto, formada na Católica e "especialista em assuntos europeus", funcionária da União Europeia, com assessoria recente na Catalunha e na Bulgária, e um Professor de Ciências Politicas, de orientação neo-liberal, de nome André Azevedo Lopes. o tema era a austeridade, a derrapagem orçamental, o "emagrecimento" do Estado. Tal como o seu colega de debate o fiscalista António Carlos Santos, Hespanha esclareceu de forma limpida os caminhos do presente e as soluções de futuro. Um grande momento televisivo.

Depois de uma carreira pública na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, já reformado, Hespanha dava aulas no Departamento de Direito da Universidade Autónoma.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

o rei na loja de porcelana



Viva o rei

Enquanto o povo que rege se vê a braços com pesada crise, enquanto o seu amigo Rajoy faz a vida num inferno ao comum dos mortais, cortando na saúde, na educação e nas prestações sociais, com uma taxa de desemprego que é única na União Europeia, na eminência de se tornar em mais uma vítima nos braços do FMI e seus pares, sua alteza real o rei Juan Carlos de Espanha manda a crise às ortigas, o povo que se amanhe, ninguém o mandou viver acima das suas possibilidades, embarca para o Botswana para uma caçada de elefantes com outras personalidades que igualmente como ele nunca souberam o significado da palavra crise.
Cá se fazem cá se pagam, dirão alguns, o certo é que durante essa caçada Juan Carlos fracturou a anca e está agora internado num hospital em Madrid, isento de taxas moderadoras, tendo-lhe sido colocada uma prótese no local da fractura, pura maldade a dos médicos, já que o local onde Juan Carlos mais precisa de uma prótese é na cabeça.
Diz agora Rajoy que o rei apenas lhe disse que ia ali e vinha já, que as caçadas ao elefante não são assim tão caras já que só custam 30 mil euros por pessoa e que o rei tem que se entreter com alguma coisa, que o facto de ser o povo a pagar as actividades de lazer do monarca é apenas o preço adequado à sua condição de súbditos.
É nestas alturas que o meu coração aflito se aperta, mais um bocadinho e bem podias ter encomendado a alma ao diabo, não fazias cá falta nenhuma…
Vejam como as coisas são, por cá também o rei Dom Carlos tinha prazeres semelhantes e é precisamente no regresso de uma caçada em Vila Viçosa que Manuel Buíça lhe põe termo aos desmandos à custa do erário público. Ainda dizem que somos brandos mas os nossos vizinhos não nos ficam atrás...


(em salvoconduto.blogs.sapo.pt)