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sexta-feira, 2 de setembro de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Sessão Lançamento de Livro
Apresentação do o livro “Não podiam trabalhar com fome” - A greve de 1946 nas minas de São Pedro da Cova, da autoria de Daniel Vieira , na freguesia de Parada de Todeia. Para além da presença da família de antigos mineiros de São Pedro da Cova, na primeira fila estava o Sr Agostinho Silva, com 85 anos, natural de Parada, que trabalhou 20 anos nas minas de São Pedro da Cova. :)
Com Daniel Vieira, Álvaro Pinto, Agostinho Pinto e Cristiano Ribeiro.
terça-feira, 3 de maio de 2016
imagens do mundo
Abril 2016
Hallgrimskirkja , a maior igreja (luterana) da Islândia, com 73 m de altura. Famosa pelo seu órgão de 5.000 tubos. Inspirada em formações vulcânicas e com pilares hexagonais
Hallgrimskirkja , a maior igreja (luterana) da Islândia, com 73 m de altura. Famosa pelo seu órgão de 5.000 tubos. Inspirada em formações vulcânicas e com pilares hexagonais
domingo, 1 de maio de 2016
imagens do Mundo
a HARPA, Casa da Música de Reiquiavique
sábado, 16 de abril de 2016
13 de Janeiro de 1898 – Émile Zola publica «J'Accuse»
A carta com o título «J'Accuse», em que o escritor francês Émile Zola acusa o governo de francês de encobrir a verdade no caso Dreyfus – um escândalo político que dividiu a França no final do século XIX –, fez a manchete do diárioL'Aurore, que esgota em poucas horas os 300 000 exemplares da sua edição. «O meu dever é falar, não quero ser cúmplice. As minhas noites seriam atormentadas pelo espectro do inocente que paga, na mais horrível das torturas, por um crime que não cometeu» – escreveu Zola, denunciando a situação do capitão Alfred Dreyfus, de origem judaica, acusado num processo fraudulento, conduzido à porta fechada, de espionagem a favor da Alemanha, condenado e deportado para a Guiana Francesa. Zola, apoiado por vários intelectuais, entre os quais Anatole France, Georges Courteline, Octave Mirbeau ou Claude Monet, lutará até à sua morte pela reabilitação de Alfred Dreyfus, o que vem a suceder anos mais tarde.
domingo, 13 de março de 2016
CULTURA
12
de Março de 1572 - Publicação de Os
Lusíadas
O poema épico de Luís de Camões,
escrito numa época em que Portugal e a Espanha dividiam o mundo e em que o
latim era a língua dos eruditos, constitui não só a exaltação dos feitos dos
portugueses com os Descobrimentos, mas também a elevação da língua pátria – o
português – ao nível da epopeia marítima. Publicada 70 anos depois da
descoberta do caminho marítimo por Vasco da Gama, a obra, dedicada a D.
Sebastião, imortaliza os momentos marcantes da História de Portugal segundo as
regras e convenções da epopeia clássica, que Camões enriquece com a sua imensa
criatividade, como quando coloca os heróis portugueses em confronto com os
deuses, atribuindo-lhes uma condição divina. Uma característica fundamental do
poema é de resto a existência de um herói colectivo – o povo português – que o
poeta canta no «peito ilustre lusitano». Dividida em dez cantos, o maior poema épico da
língua portuguesa é internacionalmente reconhecido como uma obra prima e está
traduzido em várias línguas, do chinês ao russo.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
CULTURA
António Vieira, conhecido como Padre António Vieira, foi um destacado filósofo, escritor, diplomata, reputado orador e missionário da Companhia de Jesus no Brasil.
Considerado uma das figuras portuguesas mais notáveis do século XVII, lutou contra a escravatura dos índios, combateu a Inquisição, com quem chegou a ter problemas, defendeu a liberdade religiosa. Nascido em Lisboa mas criado no Brasil, para onde partiu ainda criança com os país, António Vieira formou-se em Teologia, estudou Lógica, Metafísica e Matemática, obtendo o mestrado em Artes.
Reconhecido como um dos grandes mestres da língua portuguesa e um pregador por excelência, António Vieira deixou uma vasta obra que só em 2013 – quase quatro séculos após o seu nascimento – começou a ser editada. A publicação, em 30 volumes, foi concluída em 2014 e resultou da cooperação entre várias instituições de investigação e academias científicas, culturais e literárias luso-brasileiras, sob a égide da Reitoria da Universidade de Lisboa.
sábado, 21 de novembro de 2015
Livro O 25 DE NOVEMBRO A NORTE
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| Jorge Sarabando |

Foi apresentado na última sexta-feira em Parada de
Todeia – Paredes, o livro “25 de Novembro a Norte” (em 2.ª edição), sobre o
processo revolucionário no ano de 1975. O autor, Jorge Sarabando, nasceu em
Aveiro e vive há largos anos em Gaia. É um dos estudiosos dos Congressos da Oposição
Democrática. É membro do Partido Comunista Português desde 1964 e pertence à Direcção
da Organização Regional do Porto e à Comissão Nacional para as Questões da
Cultura. Foi membro do Comité Central entre 1988 e 2008.
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| Rui Pereira |
A apresentação coube a Rui Pereira, antigo
jornalista, investigador do CECS-UMinho, doutorado em Ciências da Comunicação,
com a tese "O Anti-comunismo na Imprensa Portuguesa de Referência durante
o Período de ‘Normalização' - os Casos do 'Diário de Notícias', 'Expresso' e
'Público'".
sábado, 12 de setembro de 2015
História
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013
a vingança
Comunistas acusam Rio de “vingança em final de mandato” no caso do despejo da Seiva Trupe
Rui Rio levou a cabo uma “vingança em final de mandato” de forma “pidesca” ao despejar a companhia teatral Seiva Trupe, acusa a Direcção da Organização Regional do Porto do PCP.
“À boa maneira pidesca, Rui Rio assume-se juiz em causa própria e ordenou que durante a noite a Polícia Municipal fosse fazer o despejo coercivo, levando inclusive materiais e cenário da instituição, pondo mesmo em causa a estreia da peça agendada para o final deste mês”, referiu, esta quinta-feira ao final do dia, o PCP.
O comunicado dos comunistas foi enviado às redacções na sequência de ter sido divulgado que a companhia de teatro, residente no Teatro do Campo Alegre há 13 anos, havia sido despejada por falta de pagamento de uma dívida. Assim, o PCP vai pedir uma reunião urgente à Seiva Trupe e realizar uma “firme e imediata intervenção junto da Câmara Municipal do Porto condenando esta atitude e exigindo explicações”.
Fonte da Câmara do Porto confirmou a acção de despejo, que teve por base o incumprimento no pagamento de uma dívida, no âmbito do contrato de cedência das instalações do TCA. Celebrado em 2000, o contrato com a Fundação Ciência e Desenvolvimento (FCD) previa que a companhia de teatro se tornasse a companhia residente do TCA até 31 de Dezembro de 2014, mas, segundo a autarquia, em Março de 2011, a dívida acumulada por parte Seiva Trupe era já de 121 mil euros, acrescida de juros de 44 mil euros.
A presença de um histórico Director da Seiva Trupe na lista de apoiantes de Luis Filipe Meneses certamente não será estranha á medida de despejo. E perguntar-se-á qual a posição do "independente" Rui Moreira, o futuro Presidente da Câmara.
Rui Rio levou a cabo uma “vingança em final de mandato” de forma “pidesca” ao despejar a companhia teatral Seiva Trupe, acusa a Direcção da Organização Regional do Porto do PCP.
“À boa maneira pidesca, Rui Rio assume-se juiz em causa própria e ordenou que durante a noite a Polícia Municipal fosse fazer o despejo coercivo, levando inclusive materiais e cenário da instituição, pondo mesmo em causa a estreia da peça agendada para o final deste mês”, referiu, esta quinta-feira ao final do dia, o PCP.
O comunicado dos comunistas foi enviado às redacções na sequência de ter sido divulgado que a companhia de teatro, residente no Teatro do Campo Alegre há 13 anos, havia sido despejada por falta de pagamento de uma dívida. Assim, o PCP vai pedir uma reunião urgente à Seiva Trupe e realizar uma “firme e imediata intervenção junto da Câmara Municipal do Porto condenando esta atitude e exigindo explicações”.
Fonte da Câmara do Porto confirmou a acção de despejo, que teve por base o incumprimento no pagamento de uma dívida, no âmbito do contrato de cedência das instalações do TCA. Celebrado em 2000, o contrato com a Fundação Ciência e Desenvolvimento (FCD) previa que a companhia de teatro se tornasse a companhia residente do TCA até 31 de Dezembro de 2014, mas, segundo a autarquia, em Março de 2011, a dívida acumulada por parte Seiva Trupe era já de 121 mil euros, acrescida de juros de 44 mil euros.
A presença de um histórico Director da Seiva Trupe na lista de apoiantes de Luis Filipe Meneses certamente não será estranha á medida de despejo. E perguntar-se-á qual a posição do "independente" Rui Moreira, o futuro Presidente da Câmara.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
CONVITE
No próximo dia 6 de Outubro, domingo, pelas 16h, no salão paroquial de Recarei, será apresentado o novo livro «Crónicas Recaredenses: Subsídios para a História de Recarei» Trata-se de uma compilação de vários artigos historiográficos do autor – Ivo Rafael Silva –, escritos em momentos distintos e sobre temas diversificados, e que são agora compilados numa obra compacta com mais de 300 páginas. Não obstante a diversidade de temas, há um ponto comum a todos eles: a História da Freguesia de Recarei, e de um modo indirecto, do Concelho de Paredes. Assim sendo, venho desta forma simples e prática, convidá-lo(a) a estar presente neste importante momento histórico e cultural.
Ivo Rafael Silva
O Ivo é, para além de um amigo que prezo, um camarada dedicado e competente, número 2 da lista da CDU á Câmara Municipal de Paredes. Certamente nos surpreenderá com este livro.
Cristiano Ribeiro
domingo, 17 de março de 2013
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Papiniano Carlos, Joaquim Benite, Oscar Niemeyer
Ontem faleceram 3 intelectuais comunistas de grande prestígio. O JN conseguiu noticiar os 3 falecimentos, mas sem referir a condição de comunista de qualquer um...
deles. Notável...
Mas a História não apagará a dimensão humana, a obra, a coragem, a alegria de lutar e o estímulo para as novas gerações que mantêm acesa a chama da luta pela justiça social, pela paz, por uma sociedade sem exploradores nem explorados.
Mas a História não apagará a dimensão humana, a obra, a coragem, a alegria de lutar e o estímulo para as novas gerações que mantêm acesa a chama da luta pela justiça social, pela paz, por uma sociedade sem exploradores nem explorados.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
cultura contemporânea
Classe Média
Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, na peça
teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault, de 2008:
Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o
contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me
explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado
até o pescoço...
Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai
parar à prisão. Mas o Estado... é diferente!!! Não se pode mandar o Estado
para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o
fazem!
Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos
imagináveis?
Mazarino: - Criando outros.
Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: - Sim, é impossível.
Colbert: - E sobre os ricos?
Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que
gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: - Então como faremos?
Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma
quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham
sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar
mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais
elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório
inesgotável. É a classe média!
Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, na peça
teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault, de 2008:
Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o
contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me
explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado
até o pescoço...
Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai
parar à prisão. Mas o Estado... é diferente!!! Não se pode mandar o Estado
para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o
fazem!
Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criámos todos os impostos
imagináveis?
Mazarino: - Criando outros.
Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: - Sim, é impossível.
Colbert: - E sobre os ricos?
Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que
gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: - Então como faremos?
Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma
quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham
sonhando enriquecer, e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar
mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais
elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório
inesgotável. É a classe média!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Maria Teresa Horta recusa prémio das mãos de Passos
A escritora Maria Teresa Horta, distinguida com o Prémio D. Dinis pelo romance "As Luzes de Leonor", disse hoje à Lusa que não o aceita receber das mãos do primeiro-ministro, conforme o previsto. A entrega do Prémio D. Dinis esteve agendada para a próxima sexta-feira, numa cerimónia com a presença do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho."Na realidade eu não poderia, com coerência, ficar bem comigo mesma, receber um prémio literário que me honra tanto, cujo júri é formado por poetas, os meus pares mais próximos - pois sou sobretudo uma poetisa, e que me honra imenso -, ir receber esse prémio das mãos de uma pessoa que está empenhada em destruir o nosso país", explicou Maria Teresa Horta à Lusa.
"Sempre fui uma mulher coerente; as minhas ideias e aquilo que eu faço têm uma coerência", salientou a escritora que acrescentou: "Sou uma mulher de esquerda, sempre fui, sempre lutei pela liberdade e pelos direitos dos trabalhadores".
Para Maria Teresa Horta, "o primeiro-ministro está determinado a destruir tudo aquilo que conquistámos com o 25 de Abril de 1974 e as grandes vítimas têm sido até agora os trabalhadores, os assalariados, a juventude que ele manda emigrar calmamente, como se isso fosse natural".
A autora afirmou que "o país está a entrar em níveis de pobreza quase idênticos aos das décadas de 1940 e 1950 e, na realidade, é Passos Coelho, e o seu Governo, os grandes mentores e executores de tudo isto".
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Cultura e luta

http://elpais.com/cultura/2012/07/19/videos/1342717217_709487.html
A cantora Rocío Márquez Limón desceu no passado 5 de julho ao fundo do poço de Santa Cruz de Sil (León), onde visitou -e cantou para - os mineiros que levavam 45 dias encerrados em protesto pelos cortes nas ajudas á extração de carvão decretados pelo governo do PP.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
LENDA DA INÊS NEGRA- MELGAÇO (NOVEMBRO 2011)
Lenda da Inês Negra
Quando, no início de 1387, o castelo de Melgaço (Portugal) era governado por um alcaide castelhano, sofreu o assédio das forças portuguesas sob o comando de D. João I, a campanha caracterizou-se por uma série de assaltos e escaramuças, onde se defrontaram a nobreza, encastelada nos muros da vila, e as classes populares, baseadas fora de muros, no chamado arraial.
Um episódio, símbolo desse confronto, chamou a atenção do cronista que registrou que certo dia, escaramuçaram duas mulheres bravas, uma da vila e outra do arraial, e andaram ambas aos cabelos e venceu a do arraial (Fernão Lopes, Crónica de D. João I).
Posteriormente, outro cronista coloriu esta história com detalhes literários na sua pena, afirmando que a mulher do arraial, que combateu por Portugal, era conhecida como a Inês Negra (Duarte Nunes de Leão).
Inês Negra era uma mulher do povo fiel à causa da independência de Portugal. Nessa altura, algumas terras portuguesas eram a favor de Castela. Por essa razão, Inês Negra abandonou Melgaço.
Mais tarde, D. João I decidiu reconquistar Melgaço e Inês Negra juntou-se ao seu exército, mas as duas facções nunca chegaram a defrontar-se.
Diz a lenda que a "Arrenegada", inimiga de longa data de Inês Negra, desafiou Inês do alto das muralhas, propondo que a contenda fosse resolvida entre ambas com o acordo do exército castelhano. D. João I assistiu espantado à resposta de Inês Negra que dizia aceitar o desafio e ambos os exércitos consentiram o confronto entre as duas. No meio da luta, a "Arrenegada" conseguiu retirar a espada das mãos de Inês, mas esta tirou uma forquilha da mão de um camponês e continuou o confronto. Passado pouco tempo, as duas resolveram lutar sem armas e Inês feriu a "Arrenegada" de tal forma que esta fugiu para o castelo. Os castelhanos abandonaram Melgaço no dia seguinte e D. João I quis recompensar a heroína, mas esta respondeu que estava plenamente recompensada pela sova que tinha dado à sua inimiga.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Cultura em Évora (Câmara PS)
A Plataforma da Cultura de Évora levou a cabo uma acção de sensibilização para a importâmcia do sector cultural na cidade de Évora. A acção consistia em pendurar laranjas de cartolina nas laranjeiras do recinto da Feira de S. João, no momento da inauguração da sua edição de 2011. A PSP tinha ordens para não permitir. Perante a desobediência de todos os agentes culturais identificou quem praticou o acto "subversivo". Pouco depois os funcionários da CME vieram tirar os frutos alegando que não podíamos fazer publicidade no recinto. Assim se faz a democracia nos nossos dias...
A música do vídeo é a "Morgadinha dos canibais" do álbum Coisas do Arco da Velha, da Banda do Casaco (1976)
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