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domingo, 13 de julho de 2014

PORTO JULHO 2014

Ponte D. LUIS

Uma causa justa, a denúncia dos crimes do sionismo e do imperialismo norte-americano.
Apesar dos erros políticos irremediáveis da Fatah e do Hamas, a luta por uma pátria palestiniana livre e independente.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Gaza

Em Gaza-prisão, as crianças têm medo das aves de fogo e tinge-se de vernelho a consciência cercada.

CR

segunda-feira, 14 de maio de 2012

I am the Resistance



Bilal Dhiyab (76 dias)
Tha’ir Halalaha (76 dias)
Hasan Al-Safadi (70 dias)
Amr Abu Shalal (68 dias)
Mohammad al-Taj (59 dias)
Ja’afar ‘Izz Al-Din (56 dias)
Mohammed Al-Sirsak (56 dias)
Abd Allah Al-Barghuti (32 dias)

Estes são os oito dos dois mil presos políticos palestinianos que levam mais tempo em greve de fome. Há 31 anos, dez presos irlandeses do IRA e do INLA levaram esta forma de luta até às últimas consequências. O caso mais conhecido é o de Bobby Sands que resistiu 66 dias sem se alimentar. Entre os palestinianos hospitalizados está também Ahmed Saadat, secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina. Os grevistas de fome exigem o fim do isolamento penitenciário e da detenção administrativa, que permite a prisão de palestinianos sem que sejam apresentadas acusações ou provas. Exigem o direito às visitas familiares e à possibilidade de realizarem cursos superiores na prisão.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nota do Gabinete de Imprensa do PCP

Face à peça hoje publicada pelo jornal Público, sob o título “Artigo no «Avante!» reabilita texto falso e anti-semita”, o PCP:

1. Considera tratar-se de uma inqualificável campanha que, a partir de uma descarada manipulação, procura atingir o PCP, o seu projecto, o seu ideal, a sua intervenção e percurso em defesa dos direitos humanos. Uma campanha lançada precisamente num momento em que se assiste no plano internacional a um crescente isolamento da política sionista do Estado de Israel – expresso na recente admissão da Palestina na UNESCO –, e ao reforço da sua política de opressão do povo palestiniano que há décadas luta pelo seu Estado livre, independente e soberano.

2. Rejeita vivamente as inqualificáveis insinuações que, à parte de um desonesto exercício que o artigo em tudo nada autoriza, procuram associar o PCP a concepções ou valores racistas ou anti-semitas - como faz propositadamente o jornal Público - e que só pode ser lida enquadrada numa
clara atitude de defesa do sionismo por parte daquele jornal. Insinuações que, recorrendo à mentira, procuram atingir todos quantos se posicionam contra a política de terrorismo de estado de Israel.

3. Solidário com a luta do povo palestiniano, expressa simultaneamente a sua solidariedade para com os trabalhadores e o povo de Israel que, no seu país, lutam pela paz, pela liberdade e por direitos económicos e sociais que a política dos seus sucessivos governos lhes têm vindo a negar.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

iniciativa

PCP apresenta resolução para que Governo português reconheça Estado da Palestina

O PCP vai apresentar na Assembleia da República um projecto de resolução onde defende que o Estado português deve reconhecer a Palestina como Estado soberano e independente e defender essa posição no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
«Entendemos nós que é o momento indicado para que o Estado português faça esse reconhecimento, até porque neste momento tem assento permanente no Conselho de Segurança e, até dando cumprimento ao espírito da Constituição da República Portuguesa relativamente à soberania dos povos, achamos que é a altura indicada», afirmou no Parlamento o deputado comunista João Ramos.
O deputado do PCP referiu que muitos países têm vindo a reconhecer o Estado da Palestina e considerou que Portugal deve defender essa mesma posição no seio das Nações Unidas, na discussão que decorrerá durante o mês de Setembro.
João Ramos rejeitou ainda o argumento do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, de que Portugal estaria «dependente daquilo que seriam as posições dos outros países da União Europeia».
«Uma coisa não tem de estar vinculada a outra, o Estado português tem a perfeita legitimidade para assumir o Estado palestino como independente», advogou, referindo-se às declarações feitas pelo chefe da diplomacia portuguesa.
A questão do reconhecimento do Estado da Palestina divide a União Europeia, existindo governos contra, como a Alemanha, Itália ou Holanda, e outros a favor, como Espanha ou Irlanda.