“… Deste homem, que é
presidente da maior potência mundial, basta dizer que foi o inventor da
«pós-verdade» ou seja, a mentira como instrumento legítimo da vida política,
decorrendo, de enxurrada, o desprestígio generalizado do exercício politico e
governamental em qualquer circunstância ou sentido. Na escala de valores que instituiu,
chamar-lhe palhaço, fascista, imbecil ou hedonista é simples «matéria de
propaganda» dos seus «inimigos» ….”
Henrique Custódio (em Avante!)
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