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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Sondagem Novembro MARKTEST



Os dados do Barómetro Político da Marktest vêm mostrar que em Novembro, 35.6% dos portugueses residentes em Portugal Continental com mais de 18 anos dizem que votariam no PS se neste momento se realizassem eleições para a Assembleia da República, um valor muito próximo do mês anterior (menos 0.2 pontos percentuais).

O PSD mantém-se em Novembro como a segunda força política mais importante, com 25.6% das intenções de voto, menos 0.6 pontos percentuais do que no mês anterior.

A coligação CDU (PCP/PEV) registou uma nova subida para 17.2%, subindo 0.6 pontos percentuais relativamente a Outubro.

O Bloco de Esquerda registou 6.5% de intenção de voto, subindo1 ponto percentual entre Outubro e Novembro. O CDS-PP voltou a descer em termos de intenção de voto, obtendo em Novembro 1.5%, menos 0.8 pontos percentuais do que no mês anterior.


Uma maré que se vai levantar
Olha, desculpa lá. não percebi bem... quem é que era sereno? A sério, repete-me outra vez porque é que isto tinha que ser sempre a mesma coisa, que no fundo, no fundo isto iria ser sempre entre o PS e o PSD. Explica-me novamente porque é que no fundo não há alternativas, porque as pessoas não votam neles, pá, porque já se sabe, é assim no mundo todo: votamos no PS porque estamos desiludidos com o PSD e depois (toma!) votamos no PS para o PSD aprender a não nos desiludir.

Agora, os comunistas surgem nas sondagens a escassos oito pontos percentuais do segundo lugar e prometem triplicar os seus últimos resultados eleitorais, que vêm a crescer desde há anos. Agora, até para os mais cínicos e desesperançados, a realidade está à vista: a única alternativa ao ciclo viciado da miséria e da desilusão é a CDU.
Embora as sondagens não sejam virgens de manipulações ou desprendidas de interesses obscuros, é revelador que todas  atribuam à CDU resultados muito acima da barreira dos 10%, chegando a última, da Marktest, a atribuir aos comunistas uns históricos 17.2%. Esta tendência não é só suportada pelo efectivo e consistente crescimento eleitoral da CDU, é demonstrada todos os dias pela atmosfera de intensificação e radicalização da luta dos trabalhadores.

O que o estudo da Marktest te grita é que não tem tudo que ser sempre assim: O partido do refalsado Paulo Portas aparece reduzido a 1.5%, o PS, que normalmente capitalizaria o descontentamento dos menos informados, não consegue ultrapassar os 35% e o PSD ruma em direcção a uma derrota estrondosa de dimensões históricas com apenas 25% dos votos.


Por isso, explica-me lá outra vez, o que é que era impossível? O que é que não pode acontecer nos nossos dias na Europa e com o povo português? Só os parasitas é que devem o medo às sondagens que auspiciam justiça. Vamos, não deixes que a maré da história te surpreenda no assombro da tua descrença: esta maré vai-se mesmo levantar.
           António Santos,  em manifesto74.blogspot.pt

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sondagem MARKTEST

Uma nova sondagem, de Outubro, com intenções de voto em legislativas e avaliação da actuação dos principais partidos politicos. As intenções de voto (em parenteses os resultados de Setembro):


PS: 35,8% (-0,8%)
PSD: 26,2% (-2,3%)
CDU: 16,6% (+5,1%)
BE: 5,5% (-1,8%)
CDS-PP: 2,3% (-0,2%)
Brancos e Nulos: 13,6%


quinta-feira, 15 de março de 2012

SÓ PODE SER ERRO!!!!




As sondagens que importa esconder.

14 de Março de 2012 por Bruno Carvalho (blog 5 Dias)


Se é certo que as sondagens valem o que valem e que muitas vezes a arquitectura estatística condiciona resultados para construir artificialmente o que se chama opinião pública, não é menos verdade que há estudos que não se divulgam. Ora, vejam esta pesquisa realizada pela Marktest durante o mês de Fevereiro e que teve escasso interesse da comunicação social. Para aumentar os gráficos, basta clicar na imagem.

Aqui, entre os inquiridos, a CDU é objecto da maior subida na intenção de voto (de 6,1 para 9,3 por cento). O PSD tem uma queda vertiginosa de quase sete por cento (de 37,6 para 30,2 por cento). O PS sobe ligeiramente (de 25,2 para 25,9 por cento) e o CDS (de 4 para 3,9 por cento) bate-se com o BE (de 7,7 para 6 por cento) pelo último lugar.

Este gráfico mostra como Cavaco Silva, o Presidente da República, é pela primeira vez o pior político para os inquiridos. Recebe ‘apenas’ 23,6 por cento de opiniões positivas sobre o trabalho que tem desenvolvido.

Entre os líderes partidários, os inquiridos, pela primeira vez desde que me lembro, avaliam Jerónimo de Sousa com a melhor nota. Recebe 32,6 por cento das preferências.