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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

relatório do desenvolvimento humano 2010 PNUD




O Relatório do Desenvolvimento Humano 2010 foi publicado no mês de Novembro. O manancial de informações que faculta dá, como tenho dito, "pano para (muitas) mangas". Algumas vou por aqui deixar.

Antes de mais, sublinhar o já dito. Estes relatórios referem-se a um indicador, índice de desenvolvimento humano, que o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) vem elaborando e publicando desde 1990. Procura ponderar as habituais medidas de crescimento económico com dados relativos à educação e à saúde e procura, ano a ano, introduzir melhorias.

Transcrevi, aqui, o prefácio ao relatório deste ano - A Verdadeira Riqueza das Nações - vias para o desenvolvimento humano -, e também o seu índice, e estou a aproveitar os seus dados.

Nesse aproveitamento, comecei por encontrar a dificuldade de actualizar a série de IDH porque a introdução de alguns conceitos novos o tornam impossível. Esses conceitos e dados novos referem-se às desigualdades - e a eles me referirei - e terão provocado alguma mexida no ordenamento dos países.

No anterior relatório havia arrolados com IDH 182 países e neste, de 2010, há 169, mas continua a distribuição por desenvolvimento humano muito elevado, elevado, médio e fraco, e alguns países para que não se calculou a totalidade das componentes e que, por isso, não se incluem na lista.No relatório de 2010, consideram-se de IDH muito elevado 42 países, que têm um IDH superior a 0,788 (no anterior relatório o IDH de fronteira era de 0,900 e incluía 38 países), um valor médio de 0,878, uma esperança de vida à nascença de 80,3 anos, 11,3 anos de média de escolaridade, 15,9 anos de escolaridade esperados, e um rendimento nacional bruto por habitante (em paridades de poder de compra) de 37.225 dólares de 2008.

Do anterior relatório para este de 2010, um país desceu ao nível inferior, o Kuwait, e 5 subiram -Eslováquia, Estónia, Hungria, Bahrein e Polónia -, 13 países subiram lugares, sendo o de maior subida a Nova Zelândia que passou de 20º para 3º, 6 mantiveram o lugar que tinham, e 23 desceram com a maior queda da Islândia, com - 14 lugares (de 3º para 17º), além do Kuweit que desceu de 31º para 47º. Portugal desceu 6 lugares, passando de 34º para 40º, e teria baixado de nível (de IDH muito elevado para IDH elavado) se não tivesse havido abertura do critério pois ficou abaixo dos 0,800 (0,795); quanto aos componentes do IDH já referidos, Portugal observa, para 2010, 79,1 anos de esperança de vida à nascença, 8,0 anos de média de escolaridade, 15,5 anos de escolaridade esperada e 22.105 dólares de RNB a PPC, 60% da média do nível muito elevado a que continua a pertencer. É, no entanto, o penúltimo (antes da Polónia) dos 23 países da União Europeu que estão nesse nível (depois da subida da Eslováquia, da Estónia e da Hungria), apenas se mantendo no nível elevado Lituânia. Letónia, Roménia e Bulgária

Sérgio Ribeiro (economista), em anonimosecxxi.blogspot.com
O legado pós- Socrático não podia ser mais devastador! A mudança é necessária. De nomes e de politicas.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

a nossa triste realidade

Estudo INE sobre Índice de Poder de Compra Concelhio

O Instituto Nacional de Estatística publicou o estudo acima descrito.

Os concelhos do Vale do Sousa e Baixo Tâmega ficam todos do meio da tabela para baixo. Penafiel é o "melhor" situado na escala e Baião o pior.

Nota: São dados publicados em Agosto/2010 mas referentes ao ano de 2007

Ordenação Concelho Indicador per capita do IpC

151.º Penafiel 67,90

163.º Felgueiras 66,34

164.º Paredes 66,34

165.º Paços de Ferreira 66, 29

200.º Marco de Canavezes 61,56

201.º Amarante 61,55

218.º Lousada 59,11

287.º Baião 50,45