um blogue pessoal com razões e emoções á esquerda
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Beatriz Talegón, em Cascais, há poucos dias
“Me sorprende mucho cómo pretendemos remover la revolución desde un hotel de cinco estrellas en Cascais, llegando en coches de lujo. Me pregunto de verdad si nosotros podemos darle a los ciudadanos una respuesta cuando vosotros, líderes políticos, les decís que los entendéis, que sufrís porque somos socialistas. ¿De verdad sentimos ese dolor aquí dentro?, ¿de verdad podemos entender lo que estamos pidiendo al mundo desde un hotel de cinco estrellas?”
“Desgraciadamente, no hemos sido los socialistas del mundo los que hemos animado a la gente a salir a la calle ni a movilizarse, y lo que debería dolernos es que ellos están pidiendo democracia, están pidiendo libertad, están pidiendo fraternidad, están pidiendo una educación pública, una sanidad pública y nosotros no estamos ahí”.
“Vosotros, líderes, mal llamados líderes porque sois los responsables de lo que está pasando”.
“Luego os llenaréis la boca en vuestros discursos hablando del desempleo juvenil, de que os preocupan mucho los jóvenes: no os preocupamos en absoluto porque nos tenéis aquí y ni siquiera venís a preguntarnos cuál es nuestro punto de vista”.
“Tenemos mucho que decir porque a la gente le interesa saber qué piensan los jóvenes, porque somos nosotros los que estamos pagando las consecuencias de vuestra acción o de vuestra falta de acción”
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Viva a Grande Revolução Socialista de Outubro!
Dezenas de comunistas reuniram, em Penafiel, no Centro de Trabalho do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP para comemorar o nonagésimo quarto aniversário da Revolução Socialista de Outubro.
Gonçalo Oliveira, membro da DORP (Direcção da Organização Regional do Porto) do PCP, proferiu um discurso que pretendeu enaltecer uma data que faz parte da identidade dos comunistas, pois trata-se de um acontecimento que abriu caminho à construção de um projecto de eliminação de todas as forças de exploração, uma sociedade sem classes sociais. Lembrou que, as dramáticas derrotas do socialismo e o desaparecimento da URSS não anulam a grandeza do ideal comunista, sendo necessário não apenas não esquecer mas valorizar, aprendendo com as lições da experiência, nos erros e nos êxitos, retirando ensinamentos para a intervenção dos comunistas na actualidade.
domingo, 15 de maio de 2011
EXPERIÊNCIA DO SOCIALISMO (II)

OS POVOS DO ÁRCTICO
A maioria dos povos do Árctico russo «saem perdedores» com o fim da antiga União Soviética e têm «perspectivas extremamente negativas» do futuro considerou o antropólogo José Mendonça
«São povos isolados, muitas vezes completamente desprotegidos, marginalizados. São perdedores com o fim da União Soviética, porque deixam de ter o apoio estatal, nomeadamente transportes subsidiados e apoio económico e técnico às actividades económicas»
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Até meados dos anos oitenta, os transportes «tinham um custo irrelevante, hoje têm preços de mercado» e estas populações «não geram recursos suficientes para se suportarem», disse à margem da conferência.
«Ao perderem tudo isso, esses povos têm, muitas vezes, uma soberania precária. Têm perspectivas extremamente negativas», adiantou. São «povos com uma cultura e língua própria», «várias dezenas de pequenas populações, às vezes de 200/300 pessoas», disse ainda.
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