
Se aqui em Lisboa, na Sé, três mascaradas interrompessem as preces dos crentes que lá estavam e fossem para o altar-mor fazer aquela macacada, contra a Igreja Católica e insultando Cavaco Silva...
Se essas mascaradas fossem filhas de pessoas ricas havendo uma já que recebeu propostas para posar nua para a Playboy...
Que diriam alguns jornalistas defensores dos direitos humanos se elas fossem julgadas? Que vivíamos num país fascista?
(em antreus.blogspot.com)
O mediático episódio das Pussy "qualquer coisa" não passa de um instrumento de diversão do imperialismo norte-americano, com os seus aliados locais, para condicionar o poder russo. Não me admiro nada se se confirmar no futuro ele ter sido "cozinhado" nos gabinetes da CIA.
Putin não é claramente flor que se cheire, nem é politico com convições democráticas ou revolucionárias, que se possa defender. Para os que têm memória curta, Putin é um obscuro ex-agente do KGB, que se colocou no passado ao serviço da Mafia politica de Leninegrado, actual S. Petersburgo. Pelos serviços prestados no processo de desmantelamento do socialismo e na roubalheira privatizadora que se seguiu com Yeltsin, foi pela canalha anti-comunista colocado nos mais altos graus de poder na Rússia. Contou para isso com os novos e criminosos poderes como o económico,o mediático e a benção da Igreja Ortodoxa.
Agora o chamado "renascimento" e ascensão russas, mesmo que sem objectivos estratégicos nem identidade patriótica, incomoda o império e o Ocidente. Quando Putin sobrevive com as "chapeladas" eleitorais (que como se sabe agora se iniciaram no próprio acto do desmantelamento da URSS), o Ocidente cala. Quando levanta a voz, o Ocidente conspira.
Entre as Pussy "qualquer coisa" e Putin, o Diabo que escolha.
CR
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