"Do Minho a Timor todos são portugueses, mas os do
Porto têm lá o étimo generativo (passe o pleonasmo)". Isto consta de uma declaração de apoio a Rui Moreira de um professor universitário.
O Senhor professor tem o "étimo generativo" algo confuso. Timor, como Angola, já não é Portugal... Quanto ao "pleonasmo", ele passa, passa, mas o fascismo, não.
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