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domingo, 16 de janeiro de 2011

um Campo Pequeno que se tornou GRANDE





Um mar de gente, encheu o Campo Pequeno em Lisboa na maior iniciativa de qualquer candidatura nestas eleições. Mais de 6000 pessoas participaram, com entusiasmo, alegria e determinação no comício deste Domingo em Lisboa, dando expressão ao seu apoio à candidatura de Francisco Lopes. O candidato fez um forte apelo à mobilização para o voto na nossa candidatura.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

BEIRUTE 82

Bruno Carvalho
Blog 5 Dias

Do primeiro debate entre os candidatos presidenciais Francisco Lopes e Fernando Nobre, ficam expressões para a posterioridade. Como nos filmes épicos, há falas que não nos saem da cabeça. Fernando Nobre não teria direito a um papel no Casablanca mas estaria, certamente, no panteão da comédia.
Durante todo o programa, insistiu no carácter independente da sua candidatura. De uma forma arrogante, arremeteu contra tudo o que cheirasse a partidos e tentou mascarar a sua acção política com a sua biografia pessoal. Visivelmente nervoso, não conseguiu esconder o seu apoio a Durão Barroso e à candidatura do PSD à Câmara Municipal de Cascais e a sua simpatia por Mário Soares. Estava lá Francisco Lopes para o recordar.
Como estava lá Francisco Lopes para recordar a sua posição em relação ao Orçamento de Estado e ao Serviço Nacional de Saúde. Mas o que fica mesmo para a história são as respostas de Fernando Nobre. Acusando Francisco Lopes de nunca ter conhecido o sofrimento da guerra, a pobreza extrema e os desastres naturais, dançou entre a Madre Teresa de Calcutá e o Chuck Norris.
Começou com o ter criado dezenas de empregos através das suas organizações sociais chegando a perguntar quantos havia criado Francisco Lopes. Sobre o Serviço Nacional de Saúde assegurou que tinha autoridade para falar porque é médico. Depois vestiu-se de missionário e reivindicou ter abraçado crianças que lhe morreram nos braços. Mas, sem dúvida, uma das melhores foi quando disse: “Eu estive em Beirute em 1982″. Ainda todos esperávamos que despisse a camisola para mostrar as cicatrizes de guerra e a tatuagem Beirute 82 quando reclamou que também sofrera com a ditadura. Nascido numa “província ultramarina”, Fernando Nobre estava a estudar na Bélgica quando se deu a Revolução de Abril. Mas só entrou no País no Verão de 1975, com medo que algo lhe sucedesse por causa do serviço militar. Como só regressou quando começou o princípio do afogamento deste país, ninguém ficou a perceber se, afinal, sofreu com a ditadura ou se sofreu com a revolução.
Questões colaterais à parte, a fala da noite saiu da boca de Francisco Lopes no momento em que a Judite de Sousa não lhe deu o minuto a que tinha direito. Já ia a jornalista lançada para a conclusão do debate e consequentes despedidas quando Francisco Lopes interrompe: “E o meu minuto? Quero o meu minuto”. E porque quem luta sempre alcança, teve o seu minuto.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A LISTA DO PEDRO PASSOS COELHO

FRANCISCO LOPES, candidato à Presidência da República pelo Partido Comunista Português, reagindo à proposta de Pedro Passos Coelho de punir criminalmente os responsáveis políticos cuja acção empurrou o país para a presente situação económica, sugeriu que Aníbal Cavaco Silva deveria ser o primeiro a ir a julgamento, considerando que foi o político que mais tempo esteve no poder como chefe do governo, no pós-25 de Abril, e o que mais contribuiu para a actual situação que o país vive.

Ora, na realidade, o Artigo 14º. da Lei 34/87, de 16 de Junho, diz o seguinte:


Assim sendo, haja quem avance com as inscrições para se elaborar a lista do Coelho, mas atendendo às prioridades, é óbvio que Cavaco Silva, como transgressor, tem que estar em primeiro lugar.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Francisco Lopes no Vale do Sousa




As imagens referem a presença de FRANCISCO LOPES na nossa região, nomeadamente em Parada de Todeia (sessão com intervenção do candidato) e Baltar (almoço de apoiantes e intervenção). Em dia de chuva intensa, a visita de Francisco Lopes mereceu uma muito boa recepção de activistas e povo em geral e teve a vantagem da divulgação de uma mensagem fundamental: a sua /nossa candidatura é uma candidatura unica, necessária e que não transporta qualquer contradição com o passado ou o presente, sendo testemunha da imperiosidade de uma rutura politica com o rumo actual do país. Momento forte foi a capacidade evidenciada pelo candidato a que acresce a sua superior convicção.
FRANCISCO LOPES, AVANÇA COM TODA A CONFIANÇA!