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domingo, 11 de maio de 2014

nota de imprensa CDU



A CDU na continuação da defesa da Linha do Tâmega e do Douro




Com a presença de dois candidatos ao parlamento europeu da CDU, Marcos Nunes (PCP) e Mariana Silva (PEV), bem como de Isabel Baldaia (CDU-Livração), a CDU apresentou hoje o historial de intervenção para a defesa, reativação, modernização e electrificação das linhas do Douro e Tâmega. Assumimos compromissos com as populações e prestamos contas do nosso trabalho efectuado pela CDU nas instituições em que os deputados eleitos pela CDU estiveram e estão representados. Nomeadamente no parlamento europeu, assembleia da república, assembleia municipal e de freguesia.
Enquanto a obra não avança tudo faremos para proporcionar à população a defesa do direito a transportes públicos e das condições necessárias ao desenvolvimento humano e económico das suas gentes e das nossas terras. Foi sublinhado pelos nossos candidatos ao parlamento europeu, as opções desastrosas de abandono do investimento na ferrovia e as consequências que teve e tem para o tecido produtivo e mobilidade regional e inter-regional dos seus habitantes.
Ao longo de 32 anos, que abarca governos do PS/PSD/CDS-PP, a política apontou como prioridade o transporte rodoviário de base individual e, simultaneamente, promoveram políticas sistemáticas de degradação e de irresponsável desinvestimento na rede ferroviária, em especial nas ligações ferroviárias que servem as populações do interior.
A qualidade e o conforto do serviço, a frequência e adaptação da oferta são essenciais para que a procura seja motivada e exponenciada. Para que isso possa ocorrer há que investir – e muito - na requalificação e retificação das linhas, na sua eletrificação, na melhoria sensível das condições de conforto e de segurança da respetiva utilização, por forma a que volte a atrair passageiros, se torne um elemento relevante ao serviço do turismo, e se torne o modo principal para o transporte de mercadorias e o instrumento ambientalmente mais sustentável para as trocas comerciais e o transporte de produtos.
Ou seja, se tivesse havido vontade política, então a obra que tão ansiosamente as populações servidas por este troço da linha do Douro continuam, e muito justamente, reclamar, já poderia estar em fase final de execução. Recordamos que planos estratégicos dos governos de Sócrates e agora de Passos Coelho sempre contemplaram projectos de intenção que o povo viu como mais umas das promessas falhadas.
Prometemos na campanha de há 5 anos tudo fazer para solucionar o mal que os anteriores governos fizeram e cumprimos. Agora assumimos o compromisso de continuar a lutar com as populações para a concretização das obras tão necessárias para o nosso desenvolvimento.

Marco de Canaveses, 11 de Maio de 2014

domingo, 9 de fevereiro de 2014

INFORMAÇÃO

A obra de electrificação do troço ferroviário entre Caíde de Rei e Marco de Canaveses vai avançar. O governo já autorizou a Refer, em portaria publicada em Diário da República e assinada pelos Secretários de Estado do Orçamento e dos Transportes, no passado dia 29, a afectar 6,4 milhões de euros para esta obra na Linha do Douro. A dotação orçamental é relativa aos anos de 2014 e 2015 e o projecto de execução já estava concluído desde o final do ano passado.
A obra é há muito reclamada pelas forças progressistas da região e permitirá que os comboios suburbanos de tracção eléctrica cheguem ao Marco de Canaveses com o aumento do número de comboios disponíveis.

sábado, 25 de agosto de 2012

verdades ocultas

O governo decidiu privatizar a transportadora aérea nacional. Para se perceber a dimensão do crime que o governo quer cometer, nada como relembrar algumas verdades que andam ocultas sob um manto de desinformação.
· A TAP é o maior exportador nacional e a sua privatização significaria o desaparecimento de mais de mil milhões de euros de exportações;
· A TAP representa mais de 100 milhões de euros anuais de receitas para a Segurança Social;
· A TAP é um poderoso grupo económico português, onde pontificam empresas como a TAP, a SPdH, a Portugália, as Lojas Francas, a Cateringport, a Megasys e tantas outras;
· A TAP assegura largas dezenas de milhares de postos de trabalho directos e indirectos;
· A TAP assegura a capacidade soberana nacional de transporte aéreo num País com nove ilhas no território, com milhões de emigrantes e no qual o turismo representa uma percentagem muito significativa do Produto Interno Bruto;
· A TAP possui uma frota jovem (oito anos de idade média) de 55 aviões e uma capacidade reconhecida na manutenção aeronáutica.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O OLHO CEGO

Assistimos recentemente a uma barragem de fogo opinitiva com uma óbvia depreciação do papel dos sindicatos dos transportes, e da sua intervenção, por parte de conhecidos intervenientes na vida politica. Os sindicatos teriam, a seu ver, um protagonismo negativo, em lutas e greves, não se coadunando a sua orientação com os interesses das populações. Essa acusação não sendo original, surgiu em força em vozes anónimas, mais ou menos instrumentalizada.
Quando o governo PSD/CDS/ Cavaco aumenta os custos do passe social e bilhetes cujo valor médio é muito superior aos 5% que anunciou, quando o governo PSD/CDS/ Cavaco altera os passes sociais para idosos e jovens estudantes que passa a ser comparticipados a 25% e não a 50%, quando estes aumentos são o 3.º aumento num prazo de 13 meses, quando o governo PSD/CDS/ Cavaco promove o encerramento de serviços e linhas férreas, suprime carreiras, encurta e altera percursos, reduz e carruagens e velocidade das composições e horários de funcionamento, almas piedosas vêm diabolizar os trabalhadores dos transportes e as suas estruturas representativas descobrindo o pecado original da resistência e da defesa dos seus interesses. É encantador ver a preocupação recente de alguns com os interesses dos utentes, a seu ver não afectados fortemente pelas medidas descritas anteriormente, mas penalizados pela dificuldade de acesso ao transporte público em dia de greve. É o olho cego pelo preconceito e pela subserviência.
Aos trabalhadores dos transportes compete lutar por melhores condições salariais, melhores condições de trabalho. E também lutar pela função social do sector, pela qualidade do serviço público.
Com as medidas do governo PSD/CDS/ Cavaco assistir-se-á ao aumento do uso de transporte particular, e do consumo de combustíveis e dos tempos de deslocação. São a qualidade de vida da população, e a economia doméstica, que serão afectadas