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segunda-feira, 27 de abril de 2015

O filme A PRAÇA, uma farsa


O filme de Sergei Losintza, que está presente no Canal Cine por Cabo, pretende documentar os acontecimentos da Praça Maidan , em Kiev. Contudo o produto final é uma farsa, cujo objectivo principal é dar legitimidade e consistência a uma ficção politica: uma genuína revolta popular.

Não faltam os instrumentos necessários para a adesão: uma dinâmica popular, o nacionalismo bacoco, o sentimentalismo pró- religioso, o inimigo demonizado na Rússia. Há quem do estrangeiro veja o "belo e o aterrador" no filme, em movimentos estáticos da câmara, em que não se ouve uma opinião consistente, uma ideia. Mas hordas de militantes de capacete e instrumentos de violência vagueiam pela Praça.

O autor do filme esconde (mal) algo  essencial do Maidan: a origem externa do fenómeno, os seus apoios internacionais,  as expressões visiveis do fascismo latente, a contensão da policia e do exército, o radicalismo, o revisionismo da História, a encenação.

Visto agora, A PRAÇA esclarece muito das consequências do Maidan. A guerra civil da Ucrãnia, o desastre económico, o advento da III Guerra Mundial.

CR



sábado, 25 de abril de 2015

sexta-feira, 24 de abril de 2015

O fascismo ucraniano



O membro do Parlamento Iryna Farion do partido Svoboda e que tomou o poder na "revolução" de 2014, na Ucrânia, diz às crianças num jardim de infância que seus nomes estão errados.
Esta mulher também disse que os manifestantes contra o governo deveriam ser mortos, e depois do incêndio criminoso em Odessa, que matou mais de 35 manifestantes anti-Kiev, escreveu no Facebook: "Bravo Odessa .... Que os demônios se queimem no inferno ".
Este é o fascismo nojento que os ocidentais andam a promover...

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Flashmob Opera Majestic Cafe, no Porto

Carta

Exmo. Sr. Granja da Fonseca

Presidente da Assembleia Municipal de Paredes

 Os eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Paredes vêm por este meio solicitar uma reflexão, a correcção ainda oportuna e útil de um erro, e expressar uma tomada de posição.

A convocatória de uma Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Paredes para o dia 25 de Abril, pelas 14h30, por insólita, constitui a nosso ver um atentado ao bom senso e às regras democráticas, instituídas pelo 25 de Abril de 1974.

Historicamente, como V. Ex.ª sabe, decorrem no nosso País, no nosso Distrito e no nosso Concelho, iniciativas comemorativas populares do 25 de Abril de 1974, Dia da Liberdade, Festa do Povo. Não desconhece V. Ex.ª que, por exemplo, em Parada de Todeia, há iniciativas promovidas pela Junta de Freguesia há 13 anos consecutivos. Nelas participa o povo, em comunhão com os seus eleitos. O 25 de Abril é do Povo.

Os eleitos e os trabalhadores municipais de apoio à Assembleia Municipal têm direito a gozar como lhes aprouver o Feriado Nacional. A única excepção admissível seria, como se compreende, uma Sessão Extraordinária Comemorativa do 25 de Abril, que a existir, deveria ser obviamente nesse dia.

 O senhor Presidente da Assembleia Municipal de Paredes extravasa assim as suas competências legítimas, ao marcar assim arbitrariamente dia e hora da Assembleia Municipal, sem consultar as restantes forças politicas.

A CDU, presente na Assembleia Municipal com três eleitos, lamenta a convocatória de uma Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, e diz NÃO a este exercício de prepotência, assumindo todas as consequências futuras de uma ausência à referida Sessão.

Os eleitos da CDU, tendo em conta a defesa de valores democráticos essenciais, aguardam que V. Ex.ª rectifique a decisão tomada.
Com os melhores cumprimentos,

Os Eleitos da CDU na AM de PAREDES