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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

leitura

Sinopse

“Em A Queda dos Gigantes, o primeiro volume da trilogia "O Século", as vidas de 5 famílias - americana, alemã, russa, inglesa e escocesa - cruzam-se durante o período tumultuoso da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do Movimento Sufragista.
Neste primeiro volume, que começa em 1911 e termina em 1925, travamos conhecimento com as cinco famílias que nas suas sucessivas gerações virão a ser as grandes protagonistas desta trilogia. Os membros destas famílias não esgotam porém a vasta galeria de personagens, incluindo mesmo figuras reais como Winston Churchill, Lenine e Trotsky, o general Joffreou ou Artur Zimmermann, e irão entretecer uma complexidade de relações entre paixões contrariadas, rivalidades e intrigas, jogos de poder, traições, no agitado quadro da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do movimento sufragista feminino.
Um extraordinário fresco, excepcional no rigor da investigação e brilhante na reconstrução dos tempos e das mentalidades da época.”
Editorial Presença, 2010

Acabei de ler o 1.º volume da Trilogia O Século, de Ken Follett, intitulado A Queda dos Gigantes. Trata-se um volume de 900 páginas, com um registo histórico de factos impressivos da primeira metade do século xx, salpicado por episódios não verídicos, mas simbólicos. Embora seja a visão algo egocêntrica de um galês, sublinhe-se no autor e na sua obra dois aspectos importantes: o reconhecimento do papel importante do sindicalismo e do sufragismo na evolução histórica, bem como da perspectiva revolucionária nomeadamente na Rússia czarista e a confirmação do apoio de uma grande coligação internacional aos contra-revolucionários na Rússia de Lenine.
Uma única referencia á participação portuguesa na primeira guerra mundial com um diálogo em que um delegado português á Conferência de Paz referia nunca Portugal ter assinado um Contrato ou Acordo Internacionais que não tivesse a palavra Deus como fonte inspiradora. Motivo de galhofa já então.
CR

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