A discussão das eleições presidenciais a realizar em 2016, em detrimento do debate sobre as eleições legislativas de 2015, mais próximas do tempo e mais urgentes, é uma ajuda aos que nos infernizam o presente, depois de o terem feito no passado e terem a presunção de o fazer no futuro. A perspectiva feliz de enviar Cavaco Silva para Boliqueime ou para o sofá da Vivenda Mariani, para além de uma medida de salutar higiene, constitui um irreprensível designio nacional.
Mas a história mostra-nos que há sempre um Cavaco para os desprevenidos...
CR
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