O portal brasileiro Vermelho relembra-nos o acontecido. Em 2002 um Ministro dos Negócios Estrangeiros Brasileiro foi obrigado a tirar os sapatos no Aeroporto de Miami para ser revistado por seguranças americanos. O episódio ilumina a relação já então existente entre o Império e a Comunidade Mundial.
A mais recente divulgação por parte de cinco influentes orgãos de comunicação social internacional de 251.000 extratos de documentos secretos dos EUA evidencia um Estado Pirata e Imperial, em fase de profunda degradação moral. São chocantes as revelações intimas de uma diplomacia e de uma espionagem (através de comunicações do Departamento de Estado dos EUA, com mais de 270 embaixadas, consulados e missões diplomáticas do país em todo o mundo) ao serviço de interesses exclusivos da Administração Norte- Americana.
O Presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou justamente que a iniciativa do site WikiLeaks deixou o "império desnudado", e disse que a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, deveria "pelo menos renunciar" ao cargo, dada a magnitude das revelações. “Eu não sei o que os Estados Unidos vão fazer. Quantas coisas estão saindo, como desrespeitam até seus aliados! Quanta espionagem!", expressou Chávez, durante um Conselho de Ministros transmitido pela Emissora de TV Estatal. Segundo o presidente venezuelano, nos documentos, os EUA "se referem aos seus aliados de uma maneira insólita", e revelam "uma arremetida contra governos, pessoas e entidades internacionais".
"Os EUA são um Estado fracassado, ilegal, que joga fora todos os princípios da ética, o respeito por seus próprios aliados, e isso (os documentos que vazaram) o demonstra de maneira gigantesca", disse Chávez. O líder venezuelano expressou que "é preciso felicitar os membros da WikiLeaks e seu diretor, Julian Assange, por sua coragem e valor". "Este homem (Assange) anda praticamente clandestino, dando declarações não se sabe a partir de onde, temendo inclusive por sua vida", disse.
Chávez criticou a reação da secretária de Estado norte-americana, que na segunda-feira condenou o que classificou como "roubo" de documentos pela WikiLeaks."(Hillary) deveria renunciar, é o mínimo que pode fazer. Deveriam fazer o mesmo todo esse emaranhado de espiões, de delinquentes que há no Departamento de Estado dos EUA. Deveriam dar uma resposta ao mundo, e não começar a atacar e dizer que foi um roubo", avaliou o presidente venezuelano. Chávez mostrou-se escandalizado porque os documentos revelados pela WikiLeaks indicam que Hillary supostamente mandou "realizar um estudo sobre o estado mental da presidente argentina", Cristina Kirchner, à qual expressou sua solidariedade.
"Alguém teria que estudar o estado mental da senhora Clinton", disse o governante da Venezuela, que assinalou ter chegado à conclusão que ela se acredita superior ao presidente dos EUA, Barack Obama. "Ela, como é branca, se sente superior ao negro", expressou Chávez. Para o Chávez, outra coisa que ficou clara "é o imenso esforço dos Estados Unidos, do Departamento de Estado, para isolar a revolução bolivariana". O líder venezuelano ressaltou que o mundo deve dar uma "poderosa resposta ética, de rejeição contundente às atitudes dos EUA". A Venezuela, por sua parte, fortalecerá o processo de integração regional e suas "alianças estratégicas" com a Rússia, China, e países aliados na Europa e na África, precisou Chávez.
Também no Brasil há revelações de que o Ministro da Defesa almoçava com um ex-embaixador dos EUA no Brasil, onde falava mal da diplomacia brasileira, identificava “ódios” anti-americanos por parte de dirigentes do MNE brasileiro e passava informações como a notícia de um tumor na cabeça de Evo Morales. Relações perigosas e inconfidências expostas em público, com politicos “amigos” sempre prontos a “descalçar-se” perante Bush ou Obama.
Em Portugal, o desconforto é grande. Na recente prestação televisiva de Miguel Sousa Tavares, ao falar sobre o tema, percebeu-se o incómodo. Que nos trará a divulgação dos documentos da WikiLeaks?
A mais recente divulgação por parte de cinco influentes orgãos de comunicação social internacional de 251.000 extratos de documentos secretos dos EUA evidencia um Estado Pirata e Imperial, em fase de profunda degradação moral. São chocantes as revelações intimas de uma diplomacia e de uma espionagem (através de comunicações do Departamento de Estado dos EUA, com mais de 270 embaixadas, consulados e missões diplomáticas do país em todo o mundo) ao serviço de interesses exclusivos da Administração Norte- Americana.
O Presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou justamente que a iniciativa do site WikiLeaks deixou o "império desnudado", e disse que a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, deveria "pelo menos renunciar" ao cargo, dada a magnitude das revelações. “Eu não sei o que os Estados Unidos vão fazer. Quantas coisas estão saindo, como desrespeitam até seus aliados! Quanta espionagem!", expressou Chávez, durante um Conselho de Ministros transmitido pela Emissora de TV Estatal. Segundo o presidente venezuelano, nos documentos, os EUA "se referem aos seus aliados de uma maneira insólita", e revelam "uma arremetida contra governos, pessoas e entidades internacionais".
"Os EUA são um Estado fracassado, ilegal, que joga fora todos os princípios da ética, o respeito por seus próprios aliados, e isso (os documentos que vazaram) o demonstra de maneira gigantesca", disse Chávez. O líder venezuelano expressou que "é preciso felicitar os membros da WikiLeaks e seu diretor, Julian Assange, por sua coragem e valor". "Este homem (Assange) anda praticamente clandestino, dando declarações não se sabe a partir de onde, temendo inclusive por sua vida", disse.
Chávez criticou a reação da secretária de Estado norte-americana, que na segunda-feira condenou o que classificou como "roubo" de documentos pela WikiLeaks."(Hillary) deveria renunciar, é o mínimo que pode fazer. Deveriam fazer o mesmo todo esse emaranhado de espiões, de delinquentes que há no Departamento de Estado dos EUA. Deveriam dar uma resposta ao mundo, e não começar a atacar e dizer que foi um roubo", avaliou o presidente venezuelano. Chávez mostrou-se escandalizado porque os documentos revelados pela WikiLeaks indicam que Hillary supostamente mandou "realizar um estudo sobre o estado mental da presidente argentina", Cristina Kirchner, à qual expressou sua solidariedade.
"Alguém teria que estudar o estado mental da senhora Clinton", disse o governante da Venezuela, que assinalou ter chegado à conclusão que ela se acredita superior ao presidente dos EUA, Barack Obama. "Ela, como é branca, se sente superior ao negro", expressou Chávez. Para o Chávez, outra coisa que ficou clara "é o imenso esforço dos Estados Unidos, do Departamento de Estado, para isolar a revolução bolivariana". O líder venezuelano ressaltou que o mundo deve dar uma "poderosa resposta ética, de rejeição contundente às atitudes dos EUA". A Venezuela, por sua parte, fortalecerá o processo de integração regional e suas "alianças estratégicas" com a Rússia, China, e países aliados na Europa e na África, precisou Chávez.
Também no Brasil há revelações de que o Ministro da Defesa almoçava com um ex-embaixador dos EUA no Brasil, onde falava mal da diplomacia brasileira, identificava “ódios” anti-americanos por parte de dirigentes do MNE brasileiro e passava informações como a notícia de um tumor na cabeça de Evo Morales. Relações perigosas e inconfidências expostas em público, com politicos “amigos” sempre prontos a “descalçar-se” perante Bush ou Obama.
Em Portugal, o desconforto é grande. Na recente prestação televisiva de Miguel Sousa Tavares, ao falar sobre o tema, percebeu-se o incómodo. Que nos trará a divulgação dos documentos da WikiLeaks?
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