
Foi sem surpresa, não isenta de alguma mágoa, que soube que o actual Presidente da Câmara do Redondo era membro da Comissão de Honra da Candidatura de Cavaco Silva. Ele lidera os destinos da Câmara da Vila Alentejana desde 83, até 2005 em listas CDU e depois de ruptura com o PCP, em listas ditas “independentes”.
Alfredo Barroso, como muitos que se perpetuaram no poder autárquico, sem controlo ou capacidade de auto-crítica, decidiu servir-se desse poder em nome de interesses individuais ou de grupo.
E num processo gradual de distanciamento de principios e orientações ideológicas colectivas, afirmou-se como detentor da verdade, único e mais qualificado responsável pela satisfação dos interesses dos Redondenses. Era um tempo em que militava numa patética Renovação Comunista, organização de desiludidos e de personalidades com fome de protagonismo pessoal.
Agora desemboca na Candidatura de Cavaco, de mão dada com toda a direita, num mergulho onde o oportunismo pessoal e de quem o acompanha só merecem (muita) pena e (todo)combate.
E num processo gradual de distanciamento de principios e orientações ideológicas colectivas, afirmou-se como detentor da verdade, único e mais qualificado responsável pela satisfação dos interesses dos Redondenses. Era um tempo em que militava numa patética Renovação Comunista, organização de desiludidos e de personalidades com fome de protagonismo pessoal.
Agora desemboca na Candidatura de Cavaco, de mão dada com toda a direita, num mergulho onde o oportunismo pessoal e de quem o acompanha só merecem (muita) pena e (todo)combate.
O Redondo, terra de cantares e de trabalho, não merece ter um Presidente da Câmara tão lamentável. Os tempos futuros certamente colocarão a gestão Barroso, o da fotografia, numa qualquer latrina.
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