O Governo retira o Carnaval dos feriados mais ou menos oficiais. A Administração Pública deve cumprir essa decisão. Inúmeras Câmaras Municipais, independentemente de terem ou não a tradição de corsos carnavalescos, decidiram não seguir a orientação do Governo.
Há funcionários públicos que não terão acesso a transportes públicos geridos por essas Câmaras Municipais e que regularmente os transportam aos serviços. O Carnaval vai sair-lhe caro.
O Ministério da Saúde quer saber antecipadamente e no próprio dia de Carnaval qual a actividade programada e realmente efectivada das unidades de saúde, não se vá dar o caso de a folia do Carnaval substituir a consulta, o penso, a injecção. O Carnaval, essa manifestação profana e anti-troikiana, de máscaras e corpos nus, vai ser banido. Valha-nos Deus!
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