um blogue pessoal com razões e emoções á esquerda

UM BLOGUE PESSOAL COM RAZÕES E EMOÇÕES À ESQUERDA
Mostrar mensagens com a etiqueta jornalismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jornalismo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 20 de março de 2016

só mudaram as moscas...

O correspondente da RTP no Brasil foi durante anos João Pacheco de Miranda, tristemente conhecido pelo alinhamento ideológico com a direita brasileira. Agora foi substituido por Luis Baila, recem convertido á informação generalista, depois de muitos anos no desporto.

Os sinais de independência e profissionalismo jornalístico por parte do correspondente actual não são encorajadores. As manifestações da última sexta feira pró-governo legítimo de Dilma foram classificadas como tendo "alguns milhares de pessoas". A imagem era péssima, a reportagem não identificava os lideres das manifestação, faltando os tradicionais factores de "crispação e ódio" que adornam as reportagens das manifestações da direita.

O conteúdo do processo politico de impeachment nunca foi revelado, e muito menos os documentos que alicerçam a defesa das teses de Lula e Dilma.  A RTP toma a defesa de uma das partes, como se fosse parte interessada  num processo global de luta contra a corrupção. No Brasil e no resto do Mundo. Hipócritas...

CR

segunda-feira, 7 de março de 2016

MANIPULAÇÃO

O JN mantem uma linha editorial com óbvia manipulação informativa.
Jerónimo de Sousa disse que a solução governativa tem carácter limitado. Apesar do OE ter avanços positivos e ser sinal de inversão da política. Claro pensamento.
O JN, numa objectividade lamentável, resume assim o pensamento de jerónimo (e do PCP): "PCP avisa que Governo tem tempo de vida limitado.".
E conclui o JN em barómetro Sobe /Desce: Jerónimo Desce: "O PCP viabilizou uma solução governativa mas contraditoriamente prossegue uma linha crítica ao Governo". Chega de manipulação.
CR

quarta-feira, 4 de abril de 2012

a "modernidade"


Henrique, o muderno...


Certamente pela enésima e infelizmente não última vez, ouvi ontem uma criatura de nome Henrique Monteiro (ao que me dizem licenciado em Jornalismo, ex esquerdista convertido ao neoliberalismo pragmático e residente nas páginas do Jornal Expresso) dizer, entre outras parvoíces e superficialidades, que o PCP está a envelhecer...e já há muitos anos. A tertúlia, onde perora esta ave mediática, não contestou este disparate, entretida com a espuma da politica portuguesa. Não percebe o “jovem” Monteiro que todos (e só) os organismos VIVOS envelhecem, e adquirem naturalmente anos de existência, sabedoria e experiência com o decorrer do tempo. É a lei da vida. Para o PCP também.
Todos? Todos, não! Monteiro por exemplo não envelhece, fossiliza. O Jornal em que trabalha Monteiro não envelhece, amarelece. As ideias de Monteiro sobre o PCP embolorecem, já que possuem a frescura e a actualidade de compêndio médico-cirúrgico do século XIX.
A "modernidade" de Monteiro é outra. É a que se traduz numa profunda irritação para os que lutam pela sua terra, pelos seus interesses, pela coesão social e territorial, pelo futuro das gerações mais novas. Daí os "joguinhos" politicos, a discriminação, a injúria, o silenciamento. Daí o preconceito, o salazarismo bafiento da voz ao serviço do dono. Daí a “independência” e a “modernidade” de Monteiro e quejandos.
O PCP está no outro lado da barricada da “modernidade”! O PCP num fim-de-semana sem igual comemora o seu aniversário, mobiliza autarcas e muitos milhares de cidadãos para uma manifestação nacional em defesa de freguesias, mobiliza jovens para uma manifestação nacional em defesa dos seus direitos, assegura iniciativas de utentes em defesa do SNS e de serviços públicos. Há um PCP suficientemente jovem, activo e atrativo para irritar Monteiro.






segunda-feira, 26 de março de 2012

jornalismo de cócoras

Irlandeses a favor do pacto fiscal europeu, diz o JN de Domingo em título. Na notícia, refere-se que segundo uma sondagem o pacto fiscal europeu reune o apoio da maioria dos irlandeses. Mais abaixo, o jornal refere que 49% dos inquiridos disseram que vão votar a favor do referido pacto.

Conclusão: 49 por cento para o jornalismo do actual JN é a maioria. Ou não será mesmo a totalidade? Percebemos a "neutralidade" da notícia.

De cócoras, se informa o povo, não é?

quarta-feira, 14 de março de 2012

um imbecil cartoon e um imbecil titulo do Expresso



Os parasitas do "Dzzzzzzemprego" no olhar sempre mordaz do nosso cartoonista Rodrigo (Expresso, no Facebook)


EXEMPLO DE JORNALISMO RASCA!

terça-feira, 13 de março de 2012

A INICIATIVA E O PROTESTO





CONTRA O SILENCIAMENTO E A DISCRIMINAÇÃO, PROTESTA!


O PCP realizou ontem (dia 11 de Março) o comício comemorativo do seu 91º aniversário, no Porto, juntando cerca de 1 milhar de pessoas no Rivoli.

O Jornal de Notícias não tratou o comício, silenciou (novamente) o PCP!

O Jornal de Notícias, que tem tratado desenvolvidamente várias questões de grande relevo para a região do Porto (como a possível fusão Metro/STCP, o porto de Leixões, o aeroporto do Porto, encerramento de serviços de urgências...), não encontrou motivo de notícia no pronunciamento do secretário-geral do PCP sobre esta matéria.

O JN mente para sustentar as suas notícias falsas e mentirosas.

O JN diz que os Partidos estão todos de acordo em relação ao futuro do porto de Leixões, mas esconde que o PCP levanta a sua voz contra a privatização daquela infraestrutura.

O JN não tratou o comício do PCP por opção.

Mesmo que não tenha podido enviar qualquer jornalista ao local, desde as 21h tinha pelo menos 2 peças da Agência Lusa sobre o comício.

O JN silenciou o PCP por opção, desrespeitou a sua história e os seus leitores!




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Arménio Carlos debate com Mário Crespo, o porta-voz do governo


Arménio Carlos debate com Mário Crespo (nos próximos dias suceder-se-ão monólogos entre todos os Duques para, convenientemente, higienizar a opinião)

Este vídeo é o exemplo da luta ideologica cerrada que se trava em Portugal, entre as massas populares e uma oligarquia politica e económica, que tem ao seu serviço os novos João Coito. O fascismo vem aí, por mais que alguns se riam disso. E convém ter nas nossas trincheiras os melhores generais, como o Arménio Carlos provou ser.

Mário Crespo – Corpo a corpo...

O baboso Mário Crespo (que alguns insistem em considerar um grande jornalista) ainda não se refez da perda do seu famoso programa “Plano Inquinado”... perdão, “Inclinado”, programa onde eram debatidas as minudências do dia a dia do país, pela “ciência” do prof. Nuno Crasso, desculpem, Crato, e essa luminária irascível que dá pelo nome de Merdinha Carreira... chiça!... Medina!!! (isto hoje está bom, está!).
Por enquanto, resta-lhe babar-se em direto na TV, aqui e ali, sobre os seus “amores”, embora o que lhe dê mais prazer seja destilar azedume, preconceito e falta de profissionalismo, sobre os seus “ódios de estimação”.
A CGTP é um desses ódios antigos do Crespo, logo, Arménio Carlos, também. É o que se pode ouvir e ver nesta peça nojenta da SIC Notícias, onde o baboso Crespo faz tudo o que pode, ora pelo ar escarninho, ora pela provocação, ora pelo simples ruído, para que o pensamento e os argumentos de Arménio Carlos não passem.
Felizmente, não teve sucesso!

O Arménio Carlos conseguiu a difícil proeza de lutar com um porco... sem se sujar.


(em samuel-cantigueiro.blogspot.com)

domingo, 18 de setembro de 2011

jornalismo-carroceiro


Constança, confio muito em ti

Em artigo no «i», o jornalista António Ribeiro Ferreira, que as revistas do coiso e tal dão como novo namorado de Constança Cunha e Sá, acaba de produzir, pelo meio de uma indecente caldeirada de confusões e reaccionarismos, a seguinte afirmação:
«(...) Há uns anos, muitos, Maldonado Gonelha disse que era preciso partir a espinha aos sindicatos. Na altura discutia-se a unicidade sindical e a criação de uma central alternativa à Intersindical comunista. Hoje, em 2011, com o país numa emergência nacional é urgente não só repetir a frase como pô-la em prática.(...)»

Por mim, desculpem lá o nível baixo (mas um homem não é de ferro), só desejo que a Constança, apesar do seu aspecto fino mas frágil, por conta dos fulgores iniciais, parta depressa a espinha ao jornalista-carroceiro António Ribeiro Ferreira.

(em sempunhosderenda.blogspot.com)

domingo, 4 de setembro de 2011

Cúmplices


O artigo piegas de João Adelino Faria no suplemento Dinheiro Vivo do JN de 3 de Setembro ilustra a concepção de jornalismo que por aí domina.

Quer se intitule de guerra ou não, o jornalismo protagonizado por Cândida Pinto (CP) e Paulo Dentinho (PD) não passa da transmissão de um conjunto de encenações e mistificações repetidas como se fossem verdades objectivas.

Talvez significativamente e por isso em artigo elogiando a “coragem” e o “profissionalismo” de jornalistas colocados dentro de um hotel em Tripoli ou em áreas controladas pelo conluio NATO/”rebeldes”, Adelino Faria titula “O que os faz correr”. Quando se diz que os referidos CP e PD relataram factos e não foram protagonistas, mente-se mas percebe-se o que se quer dizer. Limitaram-se a relatar o que perante os seus olhos mostravam as centrais de comunicação mediática, quer sejam europeias, norteamericanas ou árabes.

Da sua boca nunca se ouviu falar da actividade fundamental, no decurso da ofensiva, dos aviões da NATO bombardeando sistemática e implacavelmente cidades e objectivos estratégicos. Da sua boca nunca se ouviu falar da corrente islamita extremista, com mercenários estrangeiros e membros da Al Qaeda, com presença em Benghasi. Da sua boca nunca se ouviu falar dos milhões de imigrantes presentes na Líbia, do seu destino e da xenofobia e racismo dos novos senhores. Da sua parte nunca se ouviu falar das mortes e execuções públicas, que começaram no início em Benghasi, do ódio desencadeado, da hipocrisia no apoio á mudança de campo dos piores agentes de repressões do passado da Líbia. Da sua boca nunca se ouviu falar da ganância e da impunidade dos que se preparam para expropriar recursos nacionais. Da sua parte nunca se ouvirá falar das mentiras propaladas, como a de uma Força Aérea que matava o seu próprio povo, de uma rebelião genuína mas sabe-se liderada no terreno por forças especiais britânicas e americanas, de corpos carbonizados e de mãos atadas que pela farda se percebe que eram membros do exército governamental. CP e PD mentem, calam, colocam a sua voz ao serviço de uma aventura político-militar monstruosa.
Significativamente são os comentadores ausentes no terreno como o General Loureiro dos Santos quem nos elucida e interpreta os factos. Com a objectividade necessária sem cair na tentação de ser o rafeiro de serviço, o his master voice. João Adelino Faria podia ter-nos poupado ao exercício corporativo. A parede mínima que protegia PD das balas incertas não o protegia do proselitismo e da oportunidade de ultrapassar a decência mínima.

O que faz correr o jornalismo? A cumplicidade com o crime, com TERRORISTAS de Estado, com os escroques da política internacional?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A IMBECILIDADE AO SERVIÇO DE UM CERTO JORNALISMO

Esgotou-se-me a paciência. Pode não ser correcto politicamente, constituir até factor de não-consenso entre os leitores, ou poder ser caracterizado como excesso de radicalismo. Mas esgotou-se-me a paciência para o circo mediático. As intervenções dos jornalistas ao serviço das televisões nacionais no conflito líbio estão eivadas de ridículo, roçando a completa imbecilidade.

Poder-se-ia admitir que fruto de uma liberdade de imprensa necessária nas democracias ocidentais essas intervenções reflectissem somente uma respeitável “opinião jornalística” de que se não concordasse. Imaginemos que Dentinho ou Cândida ou outras aves raras gostavam muito dos americanos ou dos britânicos, e suas bombas, ou do emir do Qatar e da sua política externa ou mesmo de rebeldes libertadores com slogans islamitas. E disso dessem nota. Era um direito.

Imaginemos igualmente que fruto desse amor pela NATO, pelo petróleo, pelo direito de impor vontades, pela liberdade de matar, pela vingança ou pelos recursos congelados do banco central líbio, eles apoiassem sem reserva a aventura criminosa a que assistem. E disso dessem nota. Era uma opção.

Imaginemos que a sua adrenalina aumentasse quando sob tiros de origem indefinida eles se apresentavam em corajoso decúbito protegido, á vista da câmara televisiva, uma variante da tradicional posição de cócoras perante outros. E disso dessem conta. Era já uma encenação.

Dentinho, por exemplo, é especialista na indiscreta bajulação a quem do poder lhe reconhece utilidade. A sua ética e deontologia não passam de uma corporativa carteira profissional. A sua intervenção, avessa á verdade, constrói nuvens de diversão. Os Bons para Dentinho não matam os Maus, fazem a justiça de lhes tirar a vida, depois de algemados.

Dentinho tentou encontrar afanosamente sinais exuberantes de riqueza nos domicílios privados dos dirigentes líbios. E procurou. Mas as piscinas, os salões de jogos, os bunkers, a realidade exposta ridiculariza quem nos quer fazer de tolos. Particularmente brilhante e elucidativo da sua superior parvoíce foi quando Dentinho descobriu pelo toque o cristal de copos e identificou como de Limoges a louça em divisões caseiras devastadas. Cristal e de Limoges… Dentinho e as outras aves raras deste jornalismo mercenário mostraram que o jornalismo pode ser esclarecimento ou lixo, instrumento do melhor e do pior. Náusea profunda, muitas vezes.
Cristiano Ribeiro

segunda-feira, 13 de junho de 2011

a hipocrisia de uma exclusão


















O mesmo texto, diferentes destinatários (Alice Vieira, Honório Novo, Óscar Mascarenhas)...e a resposta acertada de Honório Novo

Exmo. Senhor

Dr. Manuel Tavares, Director do JN

Rua Gonçalo Cristóvão, 195-219

4049-011 PORTO

Matosinhos, 13 de Junho de 2011

Senhor Director do JN

Acuso a recepção do seu correio electrónico de 7 de Junho, através do qual tomei conhecimento da cessação da colaboração regular que mantinha com o JN desde 2005, e que também encerra a opinião que de forma menos regular mas sempre informal detive no jornal há (talvez) cerca de outros dez anos. Numa época em que este género de decisões é, frequentemente, transmitida por sms, registo o facto de ela ter sido feita através de um mail! Não consigo, contudo, esquecer os tempos em que directores desse jornal me falavam de viva voz e comigo acertavam o presente e futuro, individual e colectivo. Todavia, nunca me convidaram para lhes abrir a porta dos gabinetes sem me anunciar…

Lamento a decisão editorial do JN. Não a lamento no que ela me possa afectar pessoalmente mas no que vai privar os leitores do JN do contacto nacional regular com uma opinião que publicamente dava corpo a uma corrente partidária que agora fica sem voz no JN, (nem, tão pouco, em nenhum dos outros principais órgãos de comunicação social do Grupo Controlinveste, o DN e a TSF). Entretanto, tomei conhecimento mais concreto, pela edição do JN do passado sábado, das razões que terão motivado a Direcção do JN. Registo, a título de exemplo, o facto de ser presidente de um serviço municipal por acto de estrita nomeação política de uma coligação partidária no poder não constituir, para o Sr. Director do JN, desempenho activo de cargo político/partidário…

Concordará também comigo se acrescentar que a lacuna que pensadamente o JN vai criar não será ultrapassada pela audição – bem esparsa, como bem reza a história – das minhas opiniões, (e de outros públicos representantes da minha corrente de opinião partidária), “a propósito dos vários temas e assuntos da vida real”. Até porque, sublinhe-se-se, estas têm num jornal função e objectivos diversos.

Vou ansiosamente, Sr. Director, aguardar que esta decisão e o novo naipe de colaboradores sirvam, ao menos, para “aconchegar a opinião publicada pelo JN às razões de proximidade que fizeram dele o sítio onde as pessoas encontravam refúgio e ganhavam voz para os grandes desafios e trabalheiras do quotidiano” (…)!

Sempre ao seu dispor, cumprimenta-o

(Honório Novo)

PS. Com conhecimento ao Presidente do Grupo Controlinveste e divulgação pública.

Pergunta sem resposta - Quanto valem PSD e CDS juntos ???

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Noticias da feira das promessas...

O Jornal de Notícias complementa as reportagens diárias da Campanha Eleitoral de cada Partido ou Coligação Eleitoral com um Barómetro que pretende caracterizar os líderes em campanha. É uma muito discutível forma de apreciação da actividade politica. É uma sua perversão na linha da redução do político ao simplesmente mediático, da substituição do verdadeiramente importante ao acessório.

Nesse Barómetro há 4 escalas de 1 a 10, em que se avalia uma pretensa “convicção nas promessas”, uma subjectiva “empatia nos contactos”, uma pueril “clareza nas promessas” e uma extraordinária “capacidade de convencimento”. Vê-se assim sem dificuldade por onde anda o nosso jornalismo de referência, por onde navega o direito á informação do jornalismo do mainstream. Até a palavra “promessa” se destaca em tão foleira classificação em contraponto a uma adequada “mensagem” ou “conteúdo”.

Perguntar-se-á se quando Passos Coelho sobe por uma escada para apanhar cerejas, numa “iniciativa eleitoral” devidamente programada e divulgada, se não se deveria classificar com nota máxima a “convicção” do acto, a sua “clareza”, já não falando da “empatia” de Passos Coelho com as cerejas ou da “capacidade de convencimento” dos produtores de cereja, assim obtida.

O mesmo se diria de Sócrates na “empatia” do contacto com as comunidades asiáticas emigrantes cuja “capacidade de convencimento” pede meças aos Super-Dragões, acompanhando-o para todo o lado. São “claras” as intenções, a valorizar pelo avaliador “jornalístico”. A jornalista que “acompanha” Francisco Louçã não tem dúvidas: classifica-o de “10” a quase tudo, num esforço homérico de valorizar um desempenho, pisando o risco do proselitismo político. No dia 25 não houve barómetro para Louçâ, não se sabendo se houve um esquecimento, um “puxar de orelhas” ou o desempenho ter ultrapassado o cimo da escala…

As apreciações dos outros são mais comedidas, nomeadamente a de Carla Soares, que tem dificuldade em encontrar “convicção” em Jerónimo de Sousa, talvez por este não ser dado a fazer promessas mas sim a sublinhar compromissos para o futuro.

Também no Jornal i, predominam as criatividades. O título de uma notícia dizia: “Jerónimo de Sousa em terras perdidas para os comunistas”. E acrescentava “Campanha da CDU em Portalegre é uma batalha perdida”. O 2 deputados eleitos no Distrito excluem muitas pessoas que naquele desertificado Distrito não se reveêm no PS e no PSD. Mas esse raciocínio é demasiado profundo para uma qualquer Kátia Catulo.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

dos jornais



A 1.ª Página do DN de hoje

Comentário: Rui Pereira, José Magalhães, e os outros andam atarefados com o flop do dia eleitoral e com as viaturas da Cimeira da Nato e não têm tempo para as minudências legais...

domingo, 21 de novembro de 2010

ABAIXO DE CÃO













O jornalismo que por aí se produz está ao nível de cão. E então o jornalismo politico dominante é verdadeiramente dejecto de cão. As reportagens da Cimeira da NATO que vi na RTP1 (não se pode estar em todos os canais ao mesmo tempo) são verdadeiramentes surreais. A subserviência, a manipulação, o ridículo extravazam no que se diz e são significativas no que se cala.

João Adelino Faria, António Esteves Martins e Márcia Rodrigues foram os rostos de uma das páginas mais negras do jornalismo (ia dizer de um jornalismo sério e isento, mas tal critério está implicito na palavra jornalismo). Comportaram-se não como jornalistas com formação e ética profissional, mas como funcionários, assessores de imprensa da organização politico-militar. Foi verdadeiramente um verdadeiro HIS MASTER VOICE. A utilização de palavras como Histórica para classificar os “resultados” da Cimeira entrará certamente no anedotário nacional, pois foi repetida por tão ilustres “figurões” sem que isso representasse ...nada. Já não falo claro da estagiária de serviço na Avenida da Liberdade, de apelido Neves de Sousa, que encontrou nas pedras soltas do passeio argumentos anti-NATO. Um calhau!

Temos portanto que a RTP, empresa pública da República e da Democracia, com defices de exploração de milhões, alberga no seu interior uma cambada de pseudo-jornalistas, acéfalos, rastejantes e “vendidos”. E que trabalham em função de outros interesses, de outros senhores. A João Adelino Faria não bastarão os 9.736 euros do vencimento. A António Esteves Martins, não chegarão os 2.986 euros (sem ajudas).

Demitam-se as Direcções Informativas, se tiverem coragem. Fechem-se as Escolas de Jornalismo que tão medíocre formação dá. Retire-se a Carteira Profissional a quem de direito. E aos visados: inscrevam-se nos Partidos, do Sócrates, do Coelho. Jornalismo, não!