
[TSF, 25/05/2008]
Passos Coelho apelou, este domingo, ao Governo para que desça urgentemente o imposto sobre os combustíveis, a fim de evitar um «colapso económico».
(…) O social-democrata alertou que se o Governo mantiver a «taxa marginal de imposto demasiado elevada vai provocar uma diminuição da actividade económica, que seria contrariada se a taxa do imposto não fosse tão elevada».
(…) Para além dos automobilistas, existem muitas actividades económicas que dependem dos combustíveis», existindo neste momento «um custo económico muito diversificado que está a ser penalizado pela circunstância» dos aumentos dos preços dos combustíveis, adiantou.
(…) Pedro Passos Coelho alertou ainda que a economia portuguesa está a ser muito penalizada pelos sucessivos aumentos dos combustíveis.
[SOL, 14/01/2011]
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, garantiu hoje que o partido vai agir com «mais força e provavelmente de forma inovadora» para acabar com a «distracção» da Autoridade da Concorrência quanto aos preços dos combustíveis.
(…) «Garanto que agiremos com mais força e provavelmente de forma inovadora exigir da Autoridade da Concorrência, que seja verdadeiramente autoridade e que não ande distraída», disse o líder popular à Lusa. Afirmando que é «preciso ir mais além», mas sem especificar qual será a acção «provavelmente inovadora», Paulo Portas precisou que em causa está o «facto verdadeiro, verificável e comprovável: quando o petróleo sobe, os preços em Portugal sobem muito rapidamente, quando desce são muito lentos a descer os preços» no país.
«Todo o sistema está montado, favorecendo os interesses de uma posição dominante do mercado. Nós queremos que o sistema favoreça a concorrência entre as várias empresas, entre quem quer entrar no mercado e sobretudo que proteja o consumidor», defendeu.
(em adargumentandum.wordpress.com)
Era o tempo da desejável "economia de mercado", das 73 bombas de gasolina fechadas em 2010 junto á fronteira, do abastecimento das maiores empresas de transporte em Espanha. Era o tempo do oportunismo. Agora os "distraídos" Portas e Coelho perderam o pio perante as grandes empresas petrolíferas.
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