

À porta do Ministério da Saúde, seriam 2500, 3000 ou 4ooo, pouco importa. Eram muitos, muitos. Foram cerca de 400 médicos em 9 camionetas do Norte do país (Porto, Braga, Vila Real, Chaves, Viana) ... e o resto do País.
Foi uma manifestação exemplar que se insere em dois dias de greve com muito elevada adesão. E com milhares, solidários, a cumprir os serviços mínimos.
Foi uma jornada que envolveu várias gerações, diferentes sectores, muitas e diversificadas experiências profissionais.
Foi uma iniciativa que congregou todas as organizações médicas, sindicatos, organizações profissionais, responsáveis pela Formação Médica a todos os niveis, a Ordem dos Médicos. Integraram-na também alunos de Medicina, no País e no estrangeiro.
FoI uma concentração que para além da defesa de interesses e da dignidade da classe (legítimos!!!) - Carreiras, Formação Profissional, Concursos, - uniu e mobilizou na defesa do Serviço Nacional de Saude, sua acessibilidade, qualidade, manutenção, contra gula de privados.
Foi uma expressão exemplar de descontentamento, resistência e revolta contra as orientações do Governo PSD/CDS/ Cavaco.
Eu também estive lá. Com orgulho e sentido patriótico. A LUTA CONTINUA.
CR

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