O Ministério da Saúde anunciou hoje, sem apontar datas, que as administrações regionais de saúde (ARS) vão pagar, em breve, os incentivos financeiros devidos aos enfermeiros e pessoal administrativo das Unidades de Saúde Familiar (USF).
Num curto comunicado, a tutela acrescenta que "as questões que levaram à suspensão dos pagamentos, tal como previstos nos contratos estabelecidos com as ARS, foram resolvidas através de uma portaria assinada hoje pelos ministérios da Saúde e das Finanças".
Moral da História
Quando o Ministério da Saúde pretendeu dividir para reinar, não escondendo a face mais sórdida de um Poder sem ética ou Moral, deparou com:
-uma consciência global da profunda injustiça que a sua atitude refletia, ao não respeitar a Lei, os compromissos passados e o trabalho realizado pelas USF´s
-uma compreensão total dos interesses em causa com a precarização do seu funcionamento, a redução do peso unitário das remunerações dos seus profissionais, as sombras sob o seu futuro
-uma profunda identificação da interdependência dos seus profissionais, quer das remunerações, quer no estilo e formas de trabalho
-uma valorização sentida dos resultados obtidos nas USF
-uma vontade de resistir lutando, com todas as armas ao seu alcance
-uma solidariedade muito abrangente entre associações sindicais, profissionais, e de representação de classe
-uma estrutura (a USF-AN) mobilizada e mobilizadora, dinâmica, inclusiva e propositiva, com dirigentes capaz e competentes
...e cedeu, um passo atrás para ousar dar dois passos á frente, no futuro.
Resta aproveitar o recuo, para denunciar amplamente a estratégia governamental, os seus confessados objectivos estratégicos e para apresentar novos desafios (há demasiado tempo adiados) para solidificar a estrutura das USF´s e do SNS: a passagem de USF's do modelo A para o modelo B, desde que cumpram condições, a contratualização como verdadeira negociação independente e o reconhecimento das USF's, da sua indiscutível mais-valia no quadro de uma gestão democrática da Administração pública.
Moral da História
Quando o Ministério da Saúde pretendeu dividir para reinar, não escondendo a face mais sórdida de um Poder sem ética ou Moral, deparou com:
-uma consciência global da profunda injustiça que a sua atitude refletia, ao não respeitar a Lei, os compromissos passados e o trabalho realizado pelas USF´s
-uma compreensão total dos interesses em causa com a precarização do seu funcionamento, a redução do peso unitário das remunerações dos seus profissionais, as sombras sob o seu futuro
-uma profunda identificação da interdependência dos seus profissionais, quer das remunerações, quer no estilo e formas de trabalho
-uma valorização sentida dos resultados obtidos nas USF
-uma vontade de resistir lutando, com todas as armas ao seu alcance
-uma solidariedade muito abrangente entre associações sindicais, profissionais, e de representação de classe
-uma estrutura (a USF-AN) mobilizada e mobilizadora, dinâmica, inclusiva e propositiva, com dirigentes capaz e competentes
...e cedeu, um passo atrás para ousar dar dois passos á frente, no futuro.
Resta aproveitar o recuo, para denunciar amplamente a estratégia governamental, os seus confessados objectivos estratégicos e para apresentar novos desafios (há demasiado tempo adiados) para solidificar a estrutura das USF´s e do SNS: a passagem de USF's do modelo A para o modelo B, desde que cumpram condições, a contratualização como verdadeira negociação independente e o reconhecimento das USF's, da sua indiscutível mais-valia no quadro de uma gestão democrática da Administração pública.
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