A Chanceler alemã desloca-se amanhã a território nacional. A sua deslocação não é uma visita a Portugal e muito menos ao povo português. É antes uma passagem apressada, fortemente protegida e resguardada da dura realidade nacional. Uma passagem concebida para promover encontros com alguns daqueles que, subscritores, executores e beneficiários do Pacto de Agressão das troikas, infernizam a vida dos trabalhadores e do povo, arrastam o país para o desastre e atacam a soberania e independência nacionais.

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